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WMU-Millenium BCP: "Todas as carteiras são geridas contra benchmarks de mercado com princípios de gestão ativa"


 Como é que o vosso método de gestão de carteiras se diferencia dos demais?

Os gestores de patrimónios em Portugal têm clientes muito heterogéneos, o que os leva a adotar processos de gestão de carteiras bastante diferenciados. Neste contexto, as maiores gestoras concentram-se na gestão de carteiras de seguros frequentemente geridas com uma abordagem buy and hold e/ou contingente à cobertura de responsabilidades (liability management), ou ligadas a objetivos contabilísticos  e ou de solvência. Face a este grupo de gestores, o nosso processo de investimento é substancialmente diferente:

- gerimos essencialmente clientes particulares ou pequenos institucionais (não cativos),  pelo que todas as carteiras são geridas contra benchmarks de mercado com princípios de gestão ativa;

- gerimos de forma mais  diversificada, quer geograficamente quer em termos de classes de ativos – alguns dos indicadores são a baixa exposição a títulos domésticos e o investimento em todas as classes de ativos relevantes;

 - apenas gerimos ativos muito líquidos;

 - o processo de gestão é independente e focado na geração de valor face aos benchmarks.

- Como é que MiFID II se reflete no vosso trabalho e que mudanças implementaram por via da regulação?

Tomando partido da regras de transparência e de escrutínio de custos de gestão, temos vido a ajustar a nossa seleção de veículos de investimento, mas continuamos a privilegiar  a qualidade da gestão e a capacidade dos gestores acrescentarem valor ao longo de um ciclo de mercado.

(Na foto, da esquerda para a direita: Francisco Amorim, Miriam Gouveia Tavares, Rui Noronha, Miguel Amaro, Rita Cabaço, José Rodrigues, Alexandra Mota, Margarida Cunha Neves, Jorge Soledad, Cristina Santos, Edurda Alves, Nuno Botelho, Guilherme Cardoso, Inês C. Oliveira, Duarte Francisco, João Ruae Guilherme Alemeida)

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