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Vhils apresenta "Periférico" no CCB


O nome português que se impõe quando se fala de street art é, inevitavelmente, o de Alexandre Farto, que nas paredes toma o nome de Vhils. Agora, o artista apresenta a sua primeira criação de palco. Chama-se “Periférico” e surge no contexto da BoCA - Biennial of Contemporary Arts.

É uma estreia, trazer a sua arte para um palco, sob a forma de uma performance. “Periférico é uma criação performativa que apresenta uma reflexão sobre a evolução urbanística, a emergência das subculturas urbanas e o impacto de ambas no panorama de Portugal ao longo das décadas de 1980, 1990 e 2000. Esta criação de palco tem por base a experiência pessoal do artista, que dialoga com as gerações crescidas no nosso país, no período que se seguiu à Revolução de Abril e à adesão à Comunidade Europeia”, pode ler-se divulgado na página do CCB.

Com produção de Luís Alcatrão, a encenação e coreografia é de Anaísa Lopes (Piny), assistida por Filipe Baracho, e o desenho de luz está a cargo de Pedro Azevedo.

“Periférico” toma conta do Pequeno Auditório do CCB, em Lisboa, nos dias 7 e ou 8 de abril, sexta e sábado, às 21h. Bilhetes aqui

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