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Valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros caiu 22% em 2016


"Em dezembro de 2016, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na CMVM totalizou 7.429,9 milhões de euros, menos 31,8% do que em novembro", revela a comunicação realizada pelo regulador. No mesmo documento, que explora os indicadores mensais sobre receção de ordens por conta de outrem, é possível ver que "desde o início do ano, este indicador caiu 22,3% face a igual período do ano passado".

No que diz respeito às gestoras de ativos, o mês de dezembro também foi marcado a vermelho, quando comparado com novembro. No caso das entidades residentes a descida foi de 25% para quase 490 mihões de euros; enquanto que nas não residentes a descida situou-se em 16%, com o montante total a superar os 102 milhões de euros. Assim, em termos agregados, o montante total das ordens dadas pelas gestoras de ativos atingiu os 591 milhões de euros, um valor mais baixo em 24% do que o registado em novembro.

Quase tudo caiu face a 2016

Chegado o último mês do ano, é tempo de fazer um balanço. Se olharmos para todos os segmentos em que a CMVM divide estes indicadores, verificamos que apenas um melhorou em 2016 face ao ano anterior: o que junta os "não institucionais e não residentes". Aqui, houve um crescimento de 31% do montante das ordens dadas, para um valor superior a 3 mil milhões de euros.

Em termos totais, tal como descrito anteriormente, regista-se uma descida de 22,3% para um total ao longo de 2016 que supera os 84 mil milhões de euros. Nas gestoras de ativos, o vermelho também dominou. Nas residentes o valor total atingiu mais de 8,6 mil milhões de euros (menos 18,9% do que em 2015), e nas não residentes o valor superou os 1,5 mil milhões de euros (menos 17,4% do que em 2015).

 

 

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