Uma alternativa aos depósitos e mercado monetário com baixo risco e para qualquer carteira


A J.P. Morgan AM apresentou, na semana passada, o US Short Duration Bond Fund cujas fontes de rendimento residem na curta duração, alta qualidade e 'investment grade' de obrigações norte-americanas. Segundo os gestores, Gregg Hrivnak e Richard Figuly, "as obrigações de curto prazo constituem uma alocação atractiva para investidores que tenham um horizonte de investimento de pelo menos um ano". Esta equipa gestora pretende alcançar um retorno anual entre os 25 e 50 pontos base acima do mercado de dívida de curto prazo dos EUA num período entre um e três anos.

O JP Morgan US Short Duration Bond Fund, lançado em 2010, deve fazer parte de uma carteira diversificada, podendo, inclusivamente, contribuir, no longo prazo, para o controlo do risco e melhoria do retorno, devidamente ajustado ao primeiro, em carteiras mais arriscadas (como as de acções, 'high yield' ou dívida de mercados emergentes)."Trata-se de um fundo que tende a apresentar retornos mais elevados do que os investimentos em mercado monetário ou tesouraria", pelo que corresponde a uma solução alternativa conservadora para todo o tipo de carteiras.

O rigoroso processo de investimento baseia-se numa abordagem de criação de valor na gestão de obrigações, sendo central a análise dos fundamentais num processo 'bottom-up' de identificação de sectores e títulos para investimento. "As pequenas decisões pesam mais na nossa estratégia de gestão da carteira do que grandes decisões centradas no cenário macroeconómico", explicam Hrivnak e Figuly.

O fundo investe tanto em títulos soberanos como corporativos dos EUA, oferecendo uma exposição a vários instrumentos do mercado de obrigações, assim como maturidades, mas sempre com um foco na curta duração. "Apesar dos preços destas obrigações oscilarem de acordo com as condições económicas e a evolução das taxas de juro, este tipo de activo é o mais resistente a essas flutuações, ao mesmo tempo que oferece um rendimento regular", explicam os gestores da J.P. Morgan AM que acrescentam que o risco cambial ocorre apenas nas classes denominadas em euros, nas quais se utilizam instrumentos de cobertura.

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