Três gráficos que servem para entender a indústria das fintech


Nos últimos anos praticamente não houve nenhuma empresa do sector financeiro que não tenha destinado uma grande parte do seu orçamento a investir em serviços tecnológicos que lhe permitam manter a sua base de clientes numa sociedade cada vez mais digitalizada. Ao fim e ao cabo, trata-se dos gigantes financeiros poderem competir com as chamadas fintech, empresas tecnológicas especializados no sector financeiro. No website Raconteur quiseram resumir numa série de gráficos algumas das características com as que conta este novo segmento do sector financeiro. Explicamos alguns deles neste artigo.

1. O uso das fintech

No portal fazem eco a um relatório publicado em 2019 pela consultora Ernst&Young no qual identificam os principais usos dos serviços fintech e sobretudo a sua evolução nos últimos cinco anos. Segundo os dados da consultora, a principal razão que leva os utilizadores a escolher uma empresa fintech é a de realizar pagamentos e transferências já que contam com um rácio de adaptação de nada menos do que 75%. O segundo lugar é ocupado pelo sector das seguradoras, com um rácio de 48%, e o terceiro é o dos serviços especializados na gestão de investimentos, com um rácio de 39%.

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2. Os países que mais se adaptam ao mundo fintech

Segundo os dados que recolhe a mesma consultora através de um inquérito realizado em 27 mercados mundiais e respondido por 27.000 consumidores, 64% da população digitalmente ativa do mundo utilizou pelo menos um serviço de fintech. Mas este número varia em função da região geográfica já que, por exemplo, a China e a Índia alcançam uma taxa de 87%. Na outra face da moeda situam-se França e Japão, com taxas inferiores a 35%.

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3. Como é que o sector financeiro tradicional abraça a tecnologia?

Os dois gráficos anteriores referem-se aos gostos e usos dos consumidores, mas como é que as entidades financeiras tradicionais se estão a adaptar a esta nova era digital? Neste sentido, na Raconteur escolheram um estudo realizado pela consultora Capgemini para o explicar. Segundo o mesmo, o interesse das entidades financeiras está bastante alinhado com o interesse dos consumidores de fintech já que à pergunta sobre que tipo de serviço tem um maior impacto na indústria financeira a vasta maioria responde que o de pagamentos móveis, seguido dos cartões de crédito e outros sistemas de pagamento e das contas de aforro.

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