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Três exposições para ver esta semana


Ordem e Progresso

É o último dia para visitar esta exposição do mexicano Héctor Zamora que está na Galeria Oval do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Esta é uma versão nova da performance-instalação que o artista mostrou em 2012 no Paseo de los Héroes Navales, em Lima, Peru, e, em 2016, no Palais de Tokyo, Paris. Esta “Ordem e Progresso inclui destroços de barcos de pesca tradicionais portugueses, evocando a tradição marítima nacional, aliada à dimensão sociopolítica que caracteriza a obra de Zamora. Este trabalho faz parte da programação da Capital Ibero-americana da Cultura 2017 e da BoCA – Biennal of Contemporary Arts.

Os anos do exílio no Brasil 1940-1947

Também a propósito da programação da Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, surge esta exposição da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. “Os anos do exílio no Brasil 1940-1947repassa a produção artística feita pelos dois artistas – Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Sznes – neste período. Com a curadoria de Marina Bairrão Ruivo, a exposição divide-se em núcleos: “a guerra, a paisagem do Rio de Janeiro, os amigos e os ateliers e finalmente, o casal e os retratos de Maria Helena por Arpad”. Uma mostra que resume “sete longos anos na vida do casal” para ver na Fundação localizada nas Amoreiras.

Observatório de Tangentes

O nome Étienne-Jules Marey diz-lhe alguma coisa? Foi um inventor e cronofotógrafo francês e inventou o Fusil photographique. Valter Ventura (1979) recupera esta figura em “Observatório de tangentes”. Com a curadoria de Celso Martins, a exposição parte de um interesse na “condição histórica da fotografia enquanto dispositivo e suporte dominante na produção imagética da modernidade”. Está no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado até 5 de maio.

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