Dívida pública contrai ligeiramente em julho
O Banco de Portugal, nos seus dados mensais, mostra que a dívida pública recuou no sétimo mês do ano, motivada pela redução dos títulos de dívida.
O Banco de Portugal, nos seus dados mensais, mostra que a dívida pública recuou no sétimo mês do ano, motivada pela redução dos títulos de dívida.
As tensões entre a China e os EUA, a crise política de Itália, a previsível vitória do peronismo nas eleições argentinas ou a iminente recessão que paira na Alemanha, são só algumas das razões que levaram a que acontecesse a temida inversão da curva.
A CMVM mostra a evolução da duração na carteira dos OICVM e conclui que a sensibilidade do preço das obrigações a alterações das taxas de juro varia não só consoante o tipo de dívida detida, mas também com o tipo de gestão.
A par da gestão de patrimónios, também os certificados de reforma fizeram uma viragem na escalada de risco, e têm agora maior peso da liquidez, e menor alocação a ações.
Dados da CMVM mostram que a alocação geral das carteiras da gestão de patrimónios nacional aponta para um afastamento significativo de posições de risco.
Pequena dimensão de uma significativa parte dos fundos de pensões e baixos requisitos de capital dos títulos soberanos incentivam a concentração.
Os fundos soberanos foram reduzindo o risco na sua carteira e aumentando a exposição ao mercado de obrigações e a ativos alternativos em detrimento das ações, segundo um relatório da Invesco.
Rui Castro Pacheco, Bruno Pinhão e Tiago Gaspar respetivamente do Banco Best, ActivoBank e Banco Carregosa analisam o que levou os investidores a sair de determinadas estratégias em julho.
Os profissionais Rui Castro Pacheco, Bruno Pinhão e Tiago Gaspar, respetivamente do Banco Best, ActivoBank e Banco Carregosa, revelam as preferências dos seus clientes no mês de julho.
Radiografia por categoria Morningstar dos fluxos em fundos europeus no fecho de junho. Há três nichos que captaram mais de 10.000 milhões de euros nestes primeiros seis meses.