A grande mentira sobre os fundos de gestão passiva…
é que fazem uma gestão passiva. Paradoxos da indústria…
é que fazem uma gestão passiva. Paradoxos da indústria…
Embora parecesse que os ETFs iam sobrepor-se aos fundos indexados, desde 2015 que estes últimos produtos recuperaram força e registaram fortes entradas de dinheiro que lhes permitem manter o pulso com os fundos cotados pela liderança na gestão passiva.
Se entretanto nada mudar, 2018 irá ficar na história como o primeiro ano no qual a oferta de fundos na Europa não só não irá reduzir, como tinha vindo a acontecer até agora, como também irá aumentar.
Um estudo realizado pela EDHEC em colaboração com a Amundi a nível europeu fornece conclusões relevantes sobre a perspetiva dos investidores destes produtos.
Os dados mostram uma realidade que revela uma fotografia positiva para o sector, mas evidencia também uma verdade, um tudo ou nada incómoda.
A indústria ativa sabe que tem de abandonar a inércia e fazer frente à indexação com iniciativas concretas, mas, por agora, são muito poucas aquelas que o estão a fazer, devido ao elevado risco que representa para o negócio. No entanto, existem fórmulas que poderão não constituir um risco assim tão grande.
Bruno Pinhão, do ActivoBank, e Rui Castro Pacheco, diretor adjunto de investimentos do Banco Best, analisam os ETF mais negociados em outubro, mês que ficou marcado por quedas na maioria dos mercados acionistas mundiais.
As quatro gestoras com maior volume de ativos sob gestão têm grande parte do seu negócio em ETFs e fundos passivos.
Simon Klein, responsável de vendas de gestão passiva da DWS para a Europa e Ásia-Pacífico, assegura numa entrevista à Funds People que, em muitos casos, não existe margem para que os TER dos ETF possam continuar a diminuir.
Os cinco estão nas mãos de dois fornecedores americanos: BlackRock (com quatro) e Vanguard (com um). Três são ETFs e dois fundos indexados. Os dois produtos de maior tamanho são fundos cotados que replicam o S&P 500.
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