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Taxas continuam negativas em mais um leilão de Bilhetes do Tesouro


A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) voltou ao mercado para mais um leilão de Bilhetes do Tesouro a 3 e a 11 meses.

Começando pela emissão de bilhetes do tesouro a três meses, esta registou uma taxa negativa de -0,421%, tendo sido emitidos 300 milhões de euros e tendo a procura se fixado em 3,12 vezes a oferta. Já no que diz respeito à emissão dos bilhetes do tesouro a 11 meses, foram arrecadados 950 milhões de euros a uma taxa negativa de -0,366%, tendo a procura superado a oferta em 1,64 vezes.

Portugal emitiu 1.250 milhões de euros em dívida de curto prazo, 300 milhões de euros em bilhetes do tesouro a 3 meses e 950 milhões de euros a 11 meses. Face ao último leilão comparável, as taxas voltaram a descer, nos 3 meses caíram dos -0,389% para os -0,421% e nos 11 meses dos -0,363% para os -0,376. Portugal continua a beneficiar das baixas taxas de juro que temos na Europa, depois do BCE ter referido, que só as iriam subir no ano 2020, se as condições económicas assim o permitirem”, menciona Filipe Silva, diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa.

O profissional refere, ainda que “este leilão acaba por refletir o que aconteceu no último leilão de obrigações de longo prazo onde observamos taxas mínimas históricas. Portugal começou a ter leilões com taxas negativas em abril de 2015 o que tem permitido baixar o custo médio da dívida.”

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