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Ativos em fundos imobiliários abertos e fechados: a fotografia do mercado português


No panorama de fundos imobiliários nacionais a Interfundos é a gestora mais robusta no que toca à totalidade de ativos sob gestão a seu cargo. Contudo, a sua fatia de mercado aparece reforçada pelos fundos fechados que tem sob a sua alçada: no final de março eram mais de 1.053 milhões de euros geridos nesse âmbito. Nos fundos abertos, mostra a CMVM no seu último relatório da gestão de ativos referente ao 1.º trimestre, esse valor resume-se a pouco mais de 250 milhões de euros.

Essa é a grande “diferença” comparativamente com a Square AM, entidade que em termos de ativos totais ocupa o segundo lugar em solo nacional, mas cuja preponderância é maior em fundos abertos. Os números trimestrais do regulador mostram que a gestora avançou, desde o ano passado, no montante que tem sob gestão em fundos abertos: os 990,8 milhões de euros de março de 2019, são agora 1.070 milhões. Desta feita, e como visível na tabela abaixo, a entidade é a única que excede a fasquia dos 1.000 milhões de euros geridos em fundos abertos. Recorde-se que a entidade tem a seu cargo o CA Património Crescente, que no final de março reunia praticamente 800 milhões de euros.

Num recente contributo para a revista FundsPeople, Pedro Coelho, administrador da Square AM, explicava como no atual contexto de mercado o imobiliário pode ser uma classe de ativos alternativo e não correlacionado.

(Carregue na imagem para ampliar)

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Fonte: CMVM, final de março

Comparativamente com o mesmo período do ano passado, também a Caixa Gestão de Ativos viu crescer o seu montante alocado a fundos abertos. No final de março a entidade tinha nesta rubrica cerca de 600 milhões de euros, montante que a coloca no lugar de segunda entidade mais robusta em termos de AuM ao nível dos fundos abertos.  A este nível, segue-se a BPI Gestão de Activos com mais de 523 milhões de euros. 

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