Tags: Obrigações | Ações | EUA | Europa |

Semana dominada por resultados de empresas e indicadores de actividade


Esta semana começa com a divulgação da confiança dos consumidores na Zona Euro (Abril) e das vendas de casas usadas nos Estados Unidos (Março), assim como dos resultados de empresas como Philips e Texas Instruments.

Para terça-feira está prevista a publicação do indicador de confiança empresarial em França (Abril), das vendas de casas novas nos Estados Unidos (Março) e dos índices PMI de serviços e manufactura em França, Alemanha e na Zona Euro, relativos a Abril, sedo que para a região será ainda conhecido o PMI compósito. Em Portugal, o INE divulga as taxas de juro implícitas no crédito à habitação (Março). Apresentam contas trimestrais a Portucel, a KPN, a Apple e a AT&T, entre outras.

A meio da semana é publicado o indicador IFO de clima económico e expectativas, na Alemanha, referente a Abril, enquanto nos Estados Unidos são conhecidas as encomendas de bens duradouros em Março e as reservas de crude (na semana terminada a 19 de Março). O Banco de Portugal divulga o inquérito mensal aos bancos sobre o mercado de crédito. Entre as cotadas que publicam resultados trimestrais estão Novartis, Barclays, Jerónimo Martins, Iberdrola, Eni, BPI, Ford, Boeing e Procter & Gamble.

Na quinta-feira será conhecido o PIB do Reino Unido (primeiro trimestre), os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos (na semana terminada a 20 de Abril) e o governo alemão divulga as novas perspectivas macroeconómicas. Apresentas contas empresas como    o Banco Santander, a Exxon Mobil, a Amazon e a 3M.

Para o último dia da semana está agendada a divulgação da taxa de juro de referencia no Japão, o indicador de sentimento económico na China e de confiança dos consumidores em França, ambos relativos a Abril, enquanto os Estados Unidos publicam os primeiros números do PIB referentes ao primeiro trimestre e o índice de confiança da Universidade de Michigan (Abril). Entre as cotadas que publicam contas estão o BBVA, a Total e a BASF.

Quanto a leilões de dívida, logo na segunda-feira há um de França, seguindo-se, na terça, um de Espanha e outro do ESM. Na quarta Itália e Alemanha vão ao mercado e quinta é a vez de Itália emitir dívida pública.