Semana dominada por indicadores nos Estados Unidos


A semana que antecede o Natal é sobretudo dominada pela divulgação de indicadores nos Estados Unidos.

Hoje é publicado o índice de actividade industrial de Nova Iorque, relativo a Dezembro, dia em que o Banco de Portugal divulga o Boletim Oficial.

Na terça-feira, nos Estados Unidos, são divulgados dados do mercado de habitação, e, na quarta-feira, saem os números da construção de casas e licenças de construção (Novembro), assim como os das reservas de petróleo (na semana terminada a 14 de Dezembro). No mesmo dia, na Zona Euro, são publicados os números da conta corrente (Outubro), e na Alemanha sai o índice IFO, de clima económico e expectativas, referente a Dezembro. O Banco de Inglaterra divulga as minutas da última reunião. Em Portugal, o INE divulga a síntese económica de conjuntura, relativa a Novembro.

Na quinta-feira são conhecidos os preços na produção, na Alemanha (Novembro), a confiança dos consumidores na Zona Euro (Dezembro), e os Estados Unidos publicam os dados relativos ao Produto Interno Bruto (PIB), no terceiro trimestre; na maior economia do mundo são ainda divulgados os novos pedidos de subsídio de desemprego (na semana terminada a 15 de Dezembro), o indicador de actividade industrial de Filadélfia (Dezembro), a venda de casas em segunda mão (Novembro) e os indicadores avançados (Novembro). Em Portugal, o banco central divulga o Boletim Estatístico.

Agendada para o último dia da semana estão, nos Estados Unidos, os gastos e rendimentos dos particulares (Novembro), as encomendas de bens duradouros (Novembro), e o indicador de confiança da Universidade de Michigan (Dezembro). No Reino Unido é publicado o PIB referente ao terceiro trimestre e, em Portugal, o INE tem prevista a divulgação das taxas de juro implícitas no crédito à habitação e do inquérito da avaliação bancária na habitação, ambos relativos a Novembro.

Quanto a leilões de dívida pública, a França realiza três logo na segunda-feira, sendo que no dia seguinte é a vez de Espanha e Grécia irem ao mercado.