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Segmento de fundos de investimento do Novo Banco cresce 8% em 2016


O Novo Banco apresentou na tarde desta quarta-feira os resultados relativamente a 2016. No ano passado obteve um prejuízo de 788,3 milhões de euros. Ainda assim, comparativamente ao ano de 2015, registou uma melhoria de 15%.

No que diz respeito ao produto bancário, observa-se uma melhoria de 11% em comparação com o ano de 2015, fixando-se nos 977,5 milhões de euros. Já o resultado operacional, no ano de 2016 ascendeu a 386 milhões de euros, uma melhoria de 209% em relação ao ano anterior.

Por outro lado, o rácio de capital Common Equity Tier 1 (CET 1) estimado para o final do ano passado, “fixou-se em 12%, que compara com 13,5% em dezembro de 2015, encontrando-se em linha com os principais bancos portugueses”, revela o comunicado. Quanto às comissões, estas registaram uma queda de 22% de 2015 para 2016, fixando-se nos 277,1 milhões de euros. As comissões de Gestão de ativos e Banca e Seguros caíram 21%, passando de 79,5 para 62,3 milhões de euros.

GNB Gestão de Ativos fecha o ano com 12,4 mil milhões de euros em património

O volume de ativos sob gestão da GNB Gestão de Ativos registou uma queda de 12% face ao final do ano anterior, “com destaque para a área de fundos de investimento que cresceu 8%”, destaca a instituição. De acordo com o comunicado, registaram-se “eventos extraordinários com um impacto significativo nos resultados: a aquisição de 50% da participação em Espanha que passou, assim, a ser detida na íntegra, e consolidada a 100% a partir de julho, e os custos incorridos no âmbito do processo de reestruturação do Grupo Novo Banco”. A entidade destaca, ainda, que “expurgando o impacto das indemnizações contratuais e da consolidação da unidade em Espanha, os custos operativos registaram um decréscimo de 13%. O resultado do exercício totalizou 8,6 milhões de euros”.

No segmento Seguros Vida, nos últimos dois anos registou-se uma alteração das regras de investimento para as carteiras do banco, “tendo realizado mais e menos valias significativas, parte das quais estavam anteriormente refletidas na reserva de reavaliação, tendo agora sido retiradas da reserva para resultados”, revela o documento. Neste segmento, a produção e o volume de recursos sob gestão foi de 153,1 milhões de euros e 4,5 mil milhões de euros, respetivamente. 

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