Tags: Negócio |

Ruffer entra em Portugal


A gestora britânica Ruffer é a mais recente casa de investimento a entrar no nosso país. Representada pela MCH Investment Strategies cujo Head of Portugal é Vasco Nuno Jesus, a entidade inglesa disponibiliza, através do Banco Best, o fundo Ruffer Total Return International, .

Criada em 1994 por Jonathan Ruffer, a entidade está baseada em Londres e conta com mais de 170 colaboradores. Em termos de ativos sob gestão, no final do primeiro trimestre do ano o valor total somava mais de 18.200 milhões de libras. A estreia em Portugal da casa de investimento faz-se através do fundo Ruffer Total Return International que vai estar disponível através da plataforma do Banco Best.

O que vai ser comercializado:

Subfundo

Categoria de ações

Divisa de Comercialização

Ruffer SICAV Ruffer Total Return International Acc

O

Euro

Ruffer SICAV Ruffer Total Return International Acc

O

Dólar

Ruffer SICAV Ruffer Total Return International Acc

C

Euro

Ruffer SICAV Ruffer Total Return International Inc

C

Euro

Os últimos dados da entidade mostram que a base de clientes é diversificada. Mais de metade dos ativos são de clientes institucionais, cerca de um terço, segmento private, e os restantes 13% são clientes de retalho. A entidade é conhecida pelo sucesso na sua alocação de ativos ao longo dos últimos vinte anos e ainda devido à grande capacidade na componente de análise macro, demonstrada através de vários ciclos de mercado.

Foco em Total Return

A estratégia de total return iniciou-se e 1995 e de lá para cá conseguiu resultados apreciáveis. A entidade, nesta estratégia, foca-se em dois grandes objetivos de investimento: a preservação de capital e ainda os retornos consistentes. No primeiro caso, o ponto-chave é não perder dinheiro em nenhum ciclo de doze meses; enquanto que no segundo ponto o foco é conseguir um retorno superior ao recebido pela taxa Euribor.

A alocação de ativos é dinâmica e agnóstica em termos de direção de mercado. Assim, a escolha dos ativos é feita para que haja, continuamente, uma justaposição de dois temas: os ‘fear assets’ e ainda os ‘greed assets’. Isto é, uma proteção contra riscos futuros ao mesmo tempo que se procuram oportunidades ‘verdadeiras’ de investimento.

Profissionais
Empresas

Notícias relacionadas