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Resultados BPI: seguros de capitalização nos 4.160 milhões de euros no final de junho


Os resultados divulgados pelo BPI dão conta de um primeiro semestre favorável para o banco: os lucros aumentaram para os 366 milhões de euros no período, dos quais, segundo as informações vigentes nos resultados consolidados, 222,5 milhões de euros são provenientes da atividade em Portugal.

Precisamente deste resultado líquido da atividade em Portugal, 121,3 milhões de euros são provenientes de ganhos com duas vendas em específico: 59,6 milhões da venda da participação da Viacer, e 61,8 milhões de euros da venda da BPI Gestão de Activos e da BPI GIF, no segundo trimestre do ano.

As informações veiculadas pelo banco mostram que dentro dos recursos de clientes, os ativos sob gestão cresceram 0,5% desde o início do ano, terminando os primeiros seis meses nos 9.799 milhões de euros. Embora os fundos de investimento tenham decrescido no período 0,3%, para os 5.638 milhões de euros, os seguros de capitalização, que também compõem esta rubrica, cresceram no período 1,6%, terminando junho nos 4.160 milhões de euros.

bpi 1.ºsemestre 2018

Captura_de_ecra__2018-07-24__a_s_17

Fonte: BPI, resultados consolidados 1.º semestre do ano

No que toca à quota de mercado da entidade em diferentes segmentos, verifica-se um decréscimo face ao início do ano tanto nos fundos de investimento mobiliário como nos PPRs. Os primeiros representam uma quota de mercado de 15,8%, o que compara com os 16,4% do início do ano. Os PPRs - que incluem PPR sob a forma de FIM e de seguros de capitalização – representam uma quota de mercado de 12%, valor que decresceu dos 12,8% desde o início do ano. Os seguros de capitalização seguiram em rota contrária, e passaram a ter uma quota de mercado de 15%, face aos 14,3% do início do ano.

Captura_de_ecra__2018-07-24__a_s_17

 

Nota:
1A designação “proforma” reflete a reexpressão da contribuição da BPI Vida e Pensões, BPI Gestão de Activos e BPI GIF para o resultado consolidado de acordo com a norma IFRS 5, que aparece no resultado líquido de atividades em descontinuação, e a adoção de uma nova estrutura da conta de resultados, na sequência da entrada em vigor da IFRS 9, conv-ergente com as orientações do Regulamento (EU) 2017/1443 de 29 de Junho  de 2017 e com a estrutura das demonstrações financeiras apresentada pelo CaixaBank (entidade consolidante do Banco BPI).
 

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