Rentabilidades a três anos: liderança das obrigações com vizinhança das ações


É uma máxima do investimento saber que investir a longo prazo compensa: é possível diluírem-se efeitos pontuais de determinadas correções de mercado, e até mesmo de outras quedas mais duradouras. Prever o que vai acontecer a longo prazo é difícil, como recordava recentemente Philipp Vorndran, estratega de mercados da Flossbach von Stroch e, mais do que nunca, a pandemia que nos afeta atualmente coloca as previsões nesse estádio: imprevisíveis.

A última análise aos fundos mais rentáveis no último ano mostra que as obrigações são o ativo que reina. A três anos, nesta análise, mostramos-lhe os 20 fundos nacionais mais rentáveis desse período.

 

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Fonte: Morningstar Direct, final de março.

Como visível na tabela acima a mescla de tipo produtos é maior.  O produto mais rentável neste período é o NB Obrigações Europa – também  mais rentável no último ano – com 6,33%. Recorde-se que o fundo tem Selo FundsPeople 2020 pela classificação de Blockbuster e é gerido por Vasco Teles, da GNB GA. O gestor definia a estratégia do fundo,recentemente numa entrevista à Funds People, como uma estratégia que privilegia o potencial de rentabilidade, “em prejuízo de minimizar desvios face ao índice de referência”.

Os quatro fundos que se seguem são mais modestos nas rentabilidades do que o anterior – entre 4,27% e 3,26% - e são todos eles do universo de ações, nomeadamente globais e dos Estados Unidos. O segundo posto é mesmo ocupado por aquele que se consagrou como o fundo mais rentável de 2019: o BPI Ações Mundiais, gerido por Rui Araújo, CFA, e Luís Alvarenga,CFA da BPI GA.

 

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