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Remuneração dos depósitos mantém tendência de contração plurianual


Segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal, os depósitos de particulares em bancos residentes totalizaram 138,5 mil milhões de euros no final de maio de 2017, o que reflecte uma taxa de variação anual na ordem dos -0,6%. Esta variação representa um menor ritmo de contração que os -1,2% registados em abril e marca, aparentemente, o fim de um ciclo de contração do crescimento das aplicações em depósitos de entidades nacionais. Por outro lado, contrasta com as taxa de crescimento da Zona Euro, que chegaram aos 3,9% em maio e com as aplicações de sociedades não financeiras que cresceram a uma taxa de variação anual de 14,5% em maio.

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Fonte: Banco de Portugal, Taxa de variação anual (TVA)

No que se refere à remuneração dos depósitos, verificamos uma subida na taxa acordada anualizada das aplicações de sociedades não financeira, de 10 pontos base face ao mês de abril, para 0,26%. No caso dos depósitos de particulares, o valor médio da taxa dos novos depósitos, até um ano, foi de 0,24%, o que representa um decréscimo de 3 pontos base face ao verificado em abril.

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Fonte: Banco de Portugal

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