Recursos de desintermediação continuam em crescimento no Novo Banco


Depois de um primeiro trimestre com lucros registados, o Novo Banco, no primeiro semestre do ano não foi além de um prejuízo de 231,2 milhões de euros. Valor que, contudo, compara positivamente com o resultado negativo ainda mais elevado do mesmo período do ano passado: 290,3 milhões de euros.

António Ramalho, CEO do Novo Banco, considera que “a performance do Banco no primeiro semestre está em linha com os Planos de Negócios já apresentado aos diversos stakeholders”, sublinhando que “a restruturação do Banco ainda vai exigir tempo e dinheiro”.

No que às comissões relativas à Gestão de ativos e Bancasseguros diz respeito, as informações da entidade dão conta de uma variação positiva no último ano, nomeadamente de 3,7%. Esta rubrica somava no final de junho 32,6 milhões de euros.

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Relativamente aos recursos de desintermediação (recursos com registo fora de balanço, geridos por empresas do Grupo, que englobam fundos de investimento mobiliário e imobiliário, fundos de pensões, bancasseguros, gestão de carteiras e gestão discricionária), as contas do Banco indicam resultados positivos. Falam de 5.062 milhões de euros alocados a este segmento no final de junho, o que se traduz num aumento de 3,8% face ao mesmo período de 2017, ou seja, mais 187 milhões de euros. A variação absoluta n o 2.º trimestre é também positiva: 140 milhões de euros.

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