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As entidades que gerem mais património em Portugal


No final do mês de outubro, "o valor das carteiras sob gestão discricionária ascendeu a 56.494,8 milhões de euros, o que se traduz num decréscimo de 0,5% relativamente ao mês anterior", segundo revela a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios - APFIPP - no seu relatório mensal sobre o segmento de gestão de patrimónios. Se analisarmos o que se passou ao longo dos dez meses de 2016 já decorridos, então a descida é de 6%, que se transforma em 5,9% ao longo dos últimos doze meses. Note-se, também, o facto dos valores apresentados apenas corresponderem a entidades que são Associadas, e que representavam "90,6% do valor total de gestão individual de activos em Portugal".

Quais são as maiores entidades?

O mercado português, neste segmento, é bastante díspar. Das doze entidades Associadas, sete gerem mais de mil milhões de euros. A maior é a Caixagest, que no final de outubro, geria um património que ascendia a mais de 22.167 milhões de euros, sendo seguida da BMO Global Asset Management. No final do mês passado os seus ativos sob gestão somavam mais de 13.130 milhões de euros.

A GNB Gestão de Ativos e ainda a BPI Gestão de Ativos são as suas entidades que se seguem, ficando ambas acima dos 6.000 milhões de euros, deixando mais longe as restantes entidades que superam o montante de mil milhões de euros. A primeira com um valor de 6.755 milhões enquanto a segunda se fixa em 6.689 milhões de euros. A Santander Asset Management, a Crédito Agrícola Gest e ainda a Montepio Gestão de Activos são as restantes entidades que superam a fasquia dos mil milhões de euros em gestão discrionária no mercado nacional.

As entidades que gerem patrimónios em Portugal

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Fonte: APFIPP no final de outubro. Em milhões de euros.

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