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Qual foi o melhor fundo PPR do ano passado?


Todos os meses a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – faz a lista com os fundos mais rentáveis, tanto nos últimos doze meses, como nos últimos cinco anos, no que diz respeito aos fundos de pensões abertos e ainda aos fundos PPR, de todas as gestoras que lhes são associadas.

Apesar de serem produtos pensados para a reforma, onde a máxima "investir e esquecer" deve ser seguida, um bom acompanhamento do produto poderá fazer com que tenha menos dissabores futuros. Desta forma é essencial verificar, de forma periódica, o comportamento dos seus fundos.

Depois de termos visto os melhores fundos PPR nos últimos cinco anos, é tempo de vermos o que se passou no decorrer do ano passado. De acordo com a APFIPP, o melhor fundo PPR - cuja sociedade gestora é associada - foi o Bankinter PPR Acções 55 que é da responsabilidade da Bankinter Gestão de Ativos. Em 2016 a sua rendibilidade atingiu os 3,3% e fechou o ano com um património sob gestão de 6,7 milhões de euros. Não podemos esquecer que estes ganhos "são brutos de impostos e não consideram comissões de subscrição e resgate, bem como outras comissões e encargos eventualmente suportados diretamente pelos participantes, que variam de acordo com as condições estabelecidas no regulamento de gestão de cada Fundo", conforme indica a APFIPP.

Restantes abaixo de 3%

Com uma valorização em 2016 de 2,6% vem o fundo Optimize Capital Reforma PPR Moderado que é gerido pela Optimize Investment Partners. Da mesma entidade ainda encontramos mais um fundo na lista: o Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado, que registou ganhos de 1,8% ao longo do ano passado.

Já com uma evolução de 2,3% surge o fundo Bankinter PPR Obrigações, seguido do Santander Poupança Prudente, da Santander Asset Management, com ganhos de 2%

Melhor fundo do ano não está na APFIPP

Fora da alçada da APFIPP, encontramos o fundo que melhor desempenho teve ao longo do ano passado. Trata-se do Invest AR PPR que é gerido pela Invest Gestão de Activos e que registou um ganho de 9,4% ao longo de 2016.

De acordo com a ficha do produto relativa a dezembro, Paulo Monteiro refere que "o fundo registou uma valorização muito assinalável em 2016, num cenário de taxas de juros extremamente baixas, inclusive negativas no curto e médio prazo". O gestor justifica esta valorização com a "gestão ativa dos vários riscos a que o fundo está exposto, tirando partido das oscilações verificadas nos mercados financeiros", dando como exemplo o segundo mês do ano, "com a queda do petróleo para níveis inferiores a 40 USD por barril, e em junho, a propósito da turbulência gerada pelo Brexit".

 

Nota: Estes resultados são brutos de impostos e não consideram comissões de subscrição e resgate, bem como outras comissões e encargos eventualmente suportados diretamente pelos participantes, que variam de acordo com as condições estabelecidas no regulamento de gestão de cada Fundo.

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