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Quais os fundos PPA positivos no último triénio?


Fundos que “financiam Planos Poupança em Acções (PPA) de acordo com o Decreto-Lei n.º 204/95, de 5 de Agosto”, ou seja, que apenas podem investir em “acções e títulos de participação cotados em bolsa de valores nacional”; em “unidades de participação de fundos de investimento mobiliário cujo património seja constituído por um mínimo de 50% de acções cotadas na bolsa de valores nacional”; e ainda em “numerário, depósitos em instituições de crédito e aplicações no mercado monetário interbancário”. Esta é a definição que a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – dá aos fundos PPA no mercado nacional.

Com estas condições a Associação encontra uma meia dúzia de produtos, com o melhor fundo do triénio anterior a 30 de agosto a ser o Caixagest PPA que é da responsabilidade da Caixagest. Segundo a Associação, o fundo regista uma rendibilidade anualizada de 2,89% com cerca de 2 milhões de euros em património. Entre os maiores investimentos em carteira, destaque para a presença das cotadas nacionais  EDP Renováveis, CTT e The Navigator. Em termos sectoriais, são os “basic materials” que apresentam o maior peso na carteira, com cerca de um terço do investimento.

Ainda na casa dos 2% vem um fundo gerido pela BPI Gestão de Activos. Trata-se do BPI PPA que regista uma rendibilidade anualizada nos últimos três anos de 2,71%. O produto gere pouco mais de um milhão de euros com os maiores investimentos a serem realizados na EDP Renováveis, Sonae SGPS e ainda na The Navigator.

Restantes com valores mais próximos de zero

Os outros dois produtos com rendibilidades positivas, registam ganhos pouco acima de 0%. Com 0,76% de ganhos vem o fundo Santander PPA que é da responsabilidade da Santander Asset Management, sendo seguido do NB Poupança Ações PPA da GNB Gestão de Ativos com ganhos de 0,39%.

O fundo da Santander Asset Management nasceu há mais de 20 anos e investe em “acções e títulos de participação, cotadas em bolsa nacional, sendo norteado por critérios de prudência e diversificação de risco”, podendo ainda investir em “unidades de participação de fundos de investimento mobiliário cujo património seja constituído por um mínimo de 50% de acções cotados em bolsa de valores nacional”. Em termos de maiores cotadas em carteira, a preferência vai para a NOS, BCP e Sonaecom.

Relativamente ao fundo da GNB Gestão de Ativos, este é gerido por Hugo Custódio e conta, como o maiores investimentos, as cotadas BCP, seguido dos CTT e da NOS.

 

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