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PSI 20 ultrapassa a barreira dos 6.000 pontos


O índice português fechou a sessão a valorizar 0,32% ficando nos 6.010,49 pontos. Cenário também positivo no resto da Europa, com Madrid a valorizar 0,66%, Paris a subir 0,25% e Frankfurt a avançar 0,23%.

Na NYSE Euronext Lisbon foram 12 as empresas cotadas a valorizar e 7 a cair.

O sector das telecomunicações foi o mais entusiástico deste final de sessão, com a PT a valorizar 1,77% para os 2,870 euros; a Zon Multimédia a subir 1,88% para os 4,278 euros. A Sonaecom, no entanto, ficou no vermelho descendo 0,11% para os 1,806 euros.

Na energia, o cenário foi misto. Ambas as empresas da EDP fecharam a sessão a cair. A EDP energias caiu 0,04% para os 2,699 euros, enquanto a Renováveis desvalorizou 0,21% para os 3,807 euros. A Galp, mais positiva, avançou 0,55% para os 12,800 euros. A Ren também no verde subiu 0,18% para os 2,214 euros.

Na Banca o cenário foi de quedas, com apenas a valorização do BCP, que subiu 0,98% para os 0,103 euros. A maior queda do sector e do dia foi do Banif, que desvalorizou 8,33% para os 0,011 euros. O BPI caiu 0,69% para os 1,009 euros, enquanto o BES desvalorizou 0,44% para os 0,900 euros.

As retalhistas terminaram a sessão com um resultado distinto. A Jerónimo Martins fechou a cair 0,19% para os 15,470 euros, enquanto a Sonae SGPS, em sentido contrário, valorizou 0,35% para os 0,855 euros. Destaque também para o bom fecho de sessão da Mota Engil, que mesmo modesta conseguiu uma subida de 0,77%.

Fazendo um balanço desta semana, Jorge Guimarães, Director Adjunto do Banif, em relação ao PSI 20 refere que "registou uma desvalorização marginal (-0.18%), mas a semana foi algo volátil, com os mercados a caírem devido à subida das taxas de juro, em antecipação à divulgação das minutas do Fed e a recuperarem parte das perdas após a divulgação de bons dados macroeconómicos nas Europa e na China."

Pela positiva, Jorge Guimarães destacou "a Sonaecom, com os investidores a anteciparem uma decisão positiva da Autoridade da Concorrência em relação à fusão com a Zon, bem como a Galp e a Portugal Telecom, com esta última a recuperar das fortes perdas sofridas após o corte de dividendos entretanto anunciado."  Em contrapartida, diz, "o sector financeiro (BCP, BPI, Banif) registou perdas, penalizado pela subida das taxas de juro da dívida soberana".

 

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