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PSI 20 fecha semana em alta de 2,6%


 

Entre as congéneres da bolsa portuguesa, Frankfurt foi excepção ao descer 0,18%, enquanto Londres valorizou 0,69%, Madrid 1,32% e Paris 1,46%, beneficiando nomeadamente de um dia de ganhos para as empresas produtoras de matérias-primas.

Na NYSE Euronext Lisbon, o PSI 20 subiu 2,57% para 5.819,56 pontos, com 18 títulos positivos e dois negativos, concretamente a Cofina e a Mota-Engil, que fecharam a cair 0,4% e 0,96%, respectivamente, para 0,496 euros e 1,85 euros.

O BCP protagonizou a maior valorização do dia, ao avançar 5,56% para 0,095 euros, tendo o BPI somado 0,94% para 0,962 euros, o BES progredido 2,67% para 0,77 euros e o Banif subido 2,73% para 0,113 euros.

No sector energético, a EDP fechou em alta de 3,09% para 2,503 euros, a EDP Renováveis a           ganhar 3,38% para 3,704 euros, a Galp Energia a progredir 2,67% para 11,745 euros e a REN a avançar 2,22% para 2,209 euros.

A Jerónimo Martins encerrou a última sessão da semana com um ganho de 2,1% para 16,02 euros.

Entre os títulos da área de telecomunicações, a Portugal Telecom subiu 0,61% para 3,812 euros, tendo Sonaecom e Zon progredido 0,3% e 2,9%, respectivamente, para 1,645 euros e 3,231 euros.

Na semana, o PSI 20 registou uma queda de 1,75%, “a acompanhar os restantes mercados de acções europeus e em consequência das revisões em baixa das perspectivas de crescimento económico por parte do FMI. Pela positiva, em Portugal, foi confirmada a extensão dos prazos de pagamento dos empréstimos da União Europeia, tendo impacto positivo no movimento dos títulos da dívida pública portuguesa com a yield dos 10 anos a estreitar 24pb”, refere Nuno Marques, gestor de fundos no Banif Investimento.

Neste contexto, acrescenta, “destacaram-se pela positiva empresas mais defensivas” como a EDP (+1.34%) e a Portucel (+3.53%); e ainda o BCP (+2.15%), enquanto pela negativa “empresas mais relacionadas com o risco soberano português” como Mota-Engil (-4.79%) e BPI (-7.5%).

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