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PSI-20 consolida crescimento de início de ano


O segundo mês do ano consolidou uma tendência que já tinha sido iniciada em janeiro. A CMVM reporta, nos seus indicadores mensais do mercado de capitais português, que o principal índice acionista nacional fechou fevereiro em crescendo, tal como já tinha acontecido em janeiro. Ora o PSI-20 encerrou o segundo mês do ano nos 5.185,43 pontos, mais 1,1% do que em janeiro. Comparativamente com o período homólogo, contudo, o caminho é de decréscimo: menos 5,2% face a 2018.

Em termos de volatilidade, o ano começou bem menos ruidoso para o índice comparativamente com há um ano atrás. O PSI-20 registou uma volatilidade de 11,71%, o que compara com os 17,85% do mesmo período de 2018.

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Olhando mais ao pormenor para a carteira do PSI-20, em termos mensais é de ressaltar o crescimento protagonizado pela cotada Jerónimo Martins, que avançou 0,65 p.p  no período. Desta feita, precisamente a retalhista é uma das cotadas com maior preponderância no índice (11,63%), a par da EDP (14,02%) e da Galp (12,67%).

No que diz respeito às transações no mercado secundário a contado, na Euronext Lisbon, registaram-se algumas quedas, segundo o regulador. A CMVM mostra que as transações referentes as transações de ações, por exemplo, caíram 9,2%, para os 1.549,3 milhões de euros, tendência que se verificou também com as unidades de participação que decresceram no mês 44,3%. Tendência contrária verificou-se contudo ao nível das obrigações: as transações destes ativos aumentaram 12,5% para os 89,2 milhões de euros.

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As transações em títulos de dívida, no MTS Portugal, também foram condicionadas no mês de fevereiro. A CMVM reporta que estes movimentos recuaram 13% em fevereiro, fechando o mês nos 15.236 milhões de euros. Embora os bilhetes do Tesouro tenham conseguido crescer no período – 43% - as transações de obrigações do tesouro reduziram-se em mais de 26%, chegando ao final do mês nos 10.452 milhões de euros.

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