Prémio melhor fundo de acções nacionais distingue BPI Portugal


 

O BPI Portugal foi distinguido na edição deste ano dos prémios Morningstar/Diário Económico como melhor fundo nacional de acções Portugal.

Constituído em Janeiro de 1994, o fundo investe em sociedades portuguesas ou que se encontrem cotadas em mercados regulamentados em Portugal, “através de uma carteira diversificada sectorialmente”.

No final de Abril, o volume dos activos sob gestão ascendia a 24,62 milhões de euros, sendo a carteira composta em 81,72% por acções, 3,77% por unidades de participação e 13,63% por liquidez, de acordo com informação do fundo disponível no site da CMVM. As cinco maiores posições em carteira, no final do mês passado, eram o Banco Comercial Português (9,7%), Galp Energia (9,3%), Portugal Telecom (9,2%), Zon Multimédia (5,9%) e Banco Espírito Santo (5,8%), segundo a ficha mensal do fundo disponibilizada pela instituição financeira.

A rendibilidade anualizada a 12 meses ascendia, a 24 de Maio, a 39,46%, de acordo com as mais recentes medidas de rendibilidade e risco publicadas pela APIFPP.

De acordo com o prospecto do BPI Portugal, gerido pela BPI Gestão de Activos, a política de investimentos é orientada para “assegurar directa ou indirectamente, a manutenção, em permanência, de pelos menos dois terços do valor líquido global aplicado em acções”. Para a cobertura de risco financeiro do fundo, ou adequada gestão do seu património, existe a possibilidade de “recorrer à utilização de instrumentos financeiros derivados ou a operações de reporte e empréstimo de valores”.

Quanto a riscos há o “associado ao investimento em acções, para o qual contribuem factores como a subida das taxas de juro do euro e a degradação das perspectivas de crescimento futuro da economia portuguesa”, sendo que o organismo de investimento colectivo “não cobrirá este risco de uma forma sistemática”. Existem ainda os riscos da variação da cotação/preço de cada título integrante da carteira”.

Quanto ao tipo de investidor é referido no prospecto que se destina aos que tenham “tolerância de risco elevada e que assumam uma perspectiva de valorização do seu capital no médio/longo prazo e, como tal, que estejam na disposição de imobilizar as suas poupanças por um período mínimo recomendado de cinco anos”.

 

(entrevista com o gestor na próxima edição da revista Funds People Portugal)

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