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Portugal inicia ano com novo leilão a taxas negativas


A República Portuguesa foi novamente aos mercados, desta feita numa emissão de Bilhetes do Tesouro a três e a 11 meses. O leilão terminou com taxas negativas para ambos os prazos, à semelhança do que se verificou durante o ano de 2017. Um total de 300 milhões de euros foram colocados no prazo mais curto, a uma taxa negativa de 0,417% e onde a procura foi 3,57 vezes a oferta. Já no prazo mais longo, Portugal conseguiu colocar 800 milhões de euros a uma taxa também negativa, mas de 0,393%, e onde a procura superou a oferta em 1,79 vezes.

Quanto ao resultado deste leilão, Filipe Silva, diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa, afirma que, apesar das taxas da dívida de curto prazo estarem em mínimos históricos, “as taxas portuguesas são mais atrativas quando comparadas com as taxas das dívidas europeias de curto prazo”. No cômpito geral, considera que “são boas notícias para o custo médio da dívida portuguesa”, mantendo a dinâmica que se verificou durante o ano de 2017,”ano em que todas as emissões de Bilhetes do Tesouro foram feitas a taxas negativas”.

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