Os 20 fundos com melhor retorno por unidade de risco a três anos


2016 do Brexit e da eleição de Trump. 2017 da passividade e correlação dos mercados. 2018, um dos poucos anos da história em que praticamente a totalidade das classes de ativos terminaram o ano no vermelho. Foi um trio de anos categoricamente heterógeneo. É, portanto, um período que permite avaliar a capacidade dos gestores dos fundos nacionais para superar os diferentes desafios impostos pelos mercados financeiros e espremer de cada unidade de risco o maior retorno possível para os participantes.

Com referência ao final de fevereiro, o que observamos é que foram dois fundos de alocação, neste caso também ambos PPR, que obtiveram a melhor relação retorno e risco da tabela. Contudo, nos 20 fundos que melhores resultados conseguiram por esta métrica, os fundos mistos são os menos representados, cedendo a liderança aos fundos de ações - com nove presenças na tabela - seguidos dos sete fundos de obrigações neste ranking. O BPI América aparece duas vezes na tabela, com as suas versões hedged e unhedged.

No primeiro lugar do ranking surge o fundo NB PPR da GNB Gestão de Ativos e gerido por Paulo Joaquim, que no período em questão conseguiu atingir 1,65% de rentabilidade anualizada por cada unidade de desvio-padrão. Com pouco menos (1,58%), o Invest AR PRR surge no segundo lugar do ranking. Este fundo PPR da Invest Gestão de Ativos apresenta um retorno anualizado de 8,14% nos três anos em questão. O fundo é gerido por Paulo Monteiro.

Dos fundos mistos para os dois fundos de obrigações que ocupam o terceiro e quarto lugares. Surge primeiro o NB Obrigações Europa, gerido por Vasco Teles da GNB Gestão de Ativos, seguido do Caixagest Oportunidades, fundo diversificado de obrigações de curto-prazo da Caixagest, que ostenta o selo Consistente Funds People.

A fechar os cinco primeiros lugares do ranking surge o fundo Montepio Euro Energy, fundo sectorial de ações do sector da energia da Montepio GA e a cargo de Victor Saraiva. Foi também o fundo mais rentável de 2018, performance explicada pelo gestor numa entrevista à Funds People.

Na tabela, surgem também os fundos com selo Consistente Funds People, EuroBic Brasil, e os Blockbuster Santander Acções América e BPI Obrigações Mundiais.

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