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Ordens dadas pelas gestoras de ativos em queda, em julho


O primeiro mês do segundo semestre não foi muito abonatório no que diz respeito às ordens dadas pelos investidores aos intermediário financeiros. Segundo os dados divulgados agora pela CMVM, em julho, houve um decréscimo superior a 8%, face a junho, para um valor total de 6.073 milhões de euros. Em junho o valor tinha ascendido a 6.613 milhões de euros.

Esta tendência de queda foi seguida, também, pelas gestoras de ativos, quer residentes quer não residentes. No primeiro caso, a descida foi de 15% para mais de 751 milhões de euros, enquanto que no segundo caso a diminuição foi de 22% para um valor a roçar os 110 milhões de euros.

Apesar da queda generalizada, houve alguns segmentos que conseguiram aumentar o valor em julho, face a junho. Em termos percentuais, o maior crescimento ocorreu nas seguradoras não residentes, através de um aumento de 522% para mais de 6,8 milhões de euros.

Relativamente ao segmento residente, o único aumento aconteceu nos “outros institucionais”, que viram o valor crescer 77% para quase 1.500 milhões de euros.

Quase tudo em queda em 2016

Se analisarmos os primeiros sete meses do ano, o valor das ordens dadas pelos investidores aos intermediário financeiros sofreu uma descida quando comparado com o mesmo período do ano passado. A queda situa-se praticamente em 50%, para um valor acima dos 45 mil milhões de euros.

O mesmo comportamento foi notado nas gestoras de ativos, com ambos os segmentos – residentes e não residentes – a registarem valores mais baixos do que em 2015. No caso das gestoras de ativos residentes, o valor das ordens dadas foi de 5.714 milhões de euros, um valor mais baixo em 25% do que nos primeiros sete meses do ano passado. No que diz respeito às não residentes, o valor é mais baixo em 18%, para um total de 982 milhões de euros.

 

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