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Ordens dadas pelas gestoras de ativos crescem em junho


O último mês do primeiro semestre trouxe um volte-face ao que tinha acontecido ao longo dos outros meses desse período, no que diz respeito às ordens dadas pelos investidores aos intermediário financeiros. Segundo os dados divulgados pelo regulador, no mês de junho, houve um incremento de 22,5%, em relação a maio, para um total de 6.613 milhões de euros.

A mesma tendência foi seguida pelas gestoras de ativos. As entidades residentes deram ordens num total superior a 886 milhões de euros, mais 4,9% do que o valor dado no mês de maio, enquanto que nas residentes o aumento foi de 18,2% para 140 milhões de euros.

Residentes em terreno positivo

Além das gestoras de ativos, também as outras entidades conseguiram aumentar o valor das ordens dadas em junho. Por exemplo, o segmentos de Seguros cresceu 38,3% para mais de 1.969 milhões enquanto que o segmento Não Institucional aumentou o valor para 1.015 milhões de euros, com esse valor a representar um aumento de 37,1%.

Nas não residentes a tendência foi contrária, com a única exceção a ocorrer – além das já mencionadas gestoras de ativos não residentes – no segmento de Outros Institucionais que cresceu 23% para mais de 1.241 milhões de euros.

Primeiro semestre ‘a vermelho’

Apesar da melhoria no último mês do primeiro semestre do ano, a primeira metade de 2016 é comparativamente pior face ao mesmo período do ano passado. De acordo com o regulador a diferença é superior a 52%, com o valor acumulado deste ano a superar os 39 mil milhões de euros, face aos 76,5 mil milhões de euros registados na primeira metade do 2015.

Nesta comparação, praticamente todos os segmentos estão pior, com a única exceção a pertencer ao segmento Não Institucional para os Não Residentes, com um incremento de 40,5% para mais de 1.839 milhões de euros.

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