ODDO BHF Avenir Europe: Disciplina e enfoque


A entidade gestora ODDO BHF AM disponibilizou a seguinte informação acerca do fundo ODDO BHF Avenir Europe, classificado com os selos Blockbuster e Consistente pela Funds People:

ODDO BHF Avenir Europe

Breve descrição do fundo

O ODDO BHF Avenir Europe é um fundo de ações de small e mid-cap europeu, investido em empresas que têm a sua sede na União Europeia ou num estado-membro da OCDE. Pretende estar investido permanentemente em ações, tendo como alvo um crescimento de capital de longo prazo. Seleciona principalmente algumas das melhores empresas cíclicas e não cíclicas na Europa, que têm frequentemente uma presença internacional, com um preço considerado atrativo, tendo em conta as perspetivas de longo prazo.

Principais diferenças face a produtos semelhantes no mercado

Embora não tenhamos uma abordagem única, a nossa estratégia difere de outras gestoras ao sermos muitos disciplinados e focados. Dizemos o que fazemos e fazemos o que dizemos. O essencial, para nós é certificarmo-nos que o nosso padrão de performance é previsível e que cria valor de longo prazo dentro da alocação de ativos do nosso cliente. Queremos certificarmo-nos que os nossos clientes sabem o porquê de selecionarem a ODDO BHF AM.

Os gestores de carteira cruzam análises fundamentais profundas com convicções fortes para detetar as melhores ações de amanhã. Identificam empresas que criam valor capazes de financiar o seu desenvolvimento de longo prazo para limitar a volatilidade da carteira e capazes de alcançar uma outperformance regular durante o período de investimento aconselhado. A nossa gestão de carteiras de Mid e Small Cap tem uma perspetiva de longo prazo e defende um processo de investimento bem testado. Esta gestão demonstrou uma forte outperformance vs índices de benchmark.

Objetivos de investimento

O objetivo de investimento do fundo é alcançar um crescimento de capital de longo prazo ao ultrapassar o seu índice de benchmark, o MSCI Europe Smid Cap Net Return EUR, durante um período contínuo de cinco anos. Não há uma meta de volatilidade.

Abordagem de investimento:

A estratégia é baseada num processo de investimento desenvolvido pela equipa “small e mid-caps”. O universo de investimento é composto por membros do Espaço Económico Europeu (EEE) e outros países-membros da OCDE europeus. O investimento fora do EEE e dos países da OCDE europeus não deverá exceder os 10% de ativos.

O processo assenta numa estratégia de gestão ativa baseada em stock-picking. O gestor investe em empresas small e mid-cap de menos de 10 mil milhões de euros (na altura em que são adicionados à carteira) que apresentam uma verdadeira vantagem competitiva num mercado com fortes barreiras de entrada e que são altamente lucrativos, facilitando-lhes, assim, financiar o seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Estas características são identificadas durante a análise realizada pelos gestores de fundos, que os escolhem de forma discricionária. O processo de investimento abrange quatro fases:

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Primeira fase: o gestor filtra o universo baseado em indicadores de performance financeira. O gestor favorece empresas que estão numa posição para gerar, durante o curso de um ciclo, um maior retorno em capital investido do que a média da indústria e um fluxo de caixa livre positivo.

Segunda fase: análises de fundamentais, visitas à empresa, análise ESG (ambiente, sociedade, governo). A análise fundamental de ações pretende verificar que os elementos fundamentais subjacentes à rentabilidade financeira de uma empresa serão preservados e até melhorados ou recuperados futuramente.

Visitas à empresa: o gestor vai empenhar-se em validar a sustentabilidade e coerência da estratégia da empresa, quaisquer mudanças previstas na indústria da empresa e a sensibilidade das ações ao contexto macroeconómico ou quaisquer outros temas que podem afetar os fundamentais da empresa.

Além da análise fundamental, os critérios não financeiros são agora tidos em conta e um rating ESG resultado de uma análise interna é incluido no processo.

Terceira fase: valorização. As empresas são valorizadas usando dois métodos: peers (PER, retornos, EV/vendas, EVTEBIT, etc) e fluxos de caixa descontados (DCF) baseados em dois cenários: um otimista, o outro pessimista. Estas valorizações determinam os limites de compra e venda.

Quarta fase: desenvolvimento de carteira. As ponderações são definidas em termos absolutos e não diretamente relacionados com um índice de benchmark.

No final deste processo bottom-up restrito, o gestor compara a alocação setorial do portfolio ao do índice do benchmark. O gestor assegura que a temática da carteira e diversificação setorial é suficiente para evitar um tracking error muito grande versus o índice de benchmark.

A exposição total da carteira às várias classes de ativos (ações, obrigações, câmbio estrangeiro), incluindo derivados, é limitada a 100% dos ativos líquidos.

Restrições de investimento:

Por posição

Ações: o fundo irá investir:

  • Pelo menos 75% dos seus ativos líquidos em ações de emissores de small e mid cap de menos de 10 mil milhões de euros (na altura em que são acrescentados na carteira) com os seus escritórios registados num país da Zona Euro, sem quaisquer restrições de alocações setoriais, geográficas ou outras.
  • Os investimentos em ações cujo escritório registado está localizado num país fora da Zona Euro não deverá exceder os 10% dos ativos.

Ações ou unidades UCI: até 10% do fundo pode investir em unidades ou ações.

Títulos de dívida e instrumentos de mercado monetário: o fundo pode investir até 25% em obrigações e títulos de dívida denominados em euros para gerar rendimentos a partir de liquidez.

Futuros financeiros e options: o fundo pode investir em todos os futuros financeiros ou opções transacionadas em mercados regulados ou organizados ou over-the-counter na França e outros países. O fundo não irá usar swaps de retornos totais.

Títulos com derivados integrados: títulos com derivados integrados são usados para gerir exposição ao risco de ações; assim, o fundo pode deter até 10% dos seus ativos líquidos em obrigações convertíveis e certificados de subscrição.

Depósitos: estas transações podem ser usadas, dentro dos limites regulatórios, para gerar um retorno em liquidez.

Empréstimo de dinheiro: o fundo pode emprestar o equivalente até 10% dos seus ativos líquidos para cobrir um atraso temporário entre fundos recebidos e cessantes relacionados com compras e vendas de títulos emitidos no mercado, ou para cobrir grandes resgates.

Gestão colateral: dentro do âmbito das transações de derivados financeiras OTC e compras temporárias e vendas de títulos, o fundo pode receber ou emitir ativos financeiros como garantias.

Geográficas

O universo de investimento é composto por membros do Espaço Económico Europeu (EEE) e outros países-membros da OCDE. O investimento fora do EEE e países da OCDE europeus não deverá exceder os 10% de ativos.

Setoriais

O gestor investe em empresas small e mid-cap de menos de 10 mil milhões de euros (na altura em que são adicionados à carteira) que apresentam uma verdadeira vantagem competitiva num mercado com fortes barreiras de entrada e que são altamente lucrativas, facilitando-lhes, assim, financiar o seu próprio desenvolvimento de longo prazo.

Benchmark e tracking error

O benchmark do fundo é o MSCI Europe Smid Cap Net Return EUR.

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Número de títulos e rotatividade

  • Número de títulos em abril de 2018: 50
  • Rotatividade no final de dezembro 2017: 37%

Política de risco

O seu dinheiro irá ser investido principalmente em instrumentos financeiros selecionados pela Empresa de Gestão. Estes instrumentos são sujeitos aos movimentos e flutuações do mercado. Nomeadamente, o fundo irá ser exposto aos seguintes riscos:

Risco de ações: o fundo investe, tanto direta como indiretamente e até a um máximo de 100%, num ou mais mercados de ações que possam registar flutuações significativas. O valor de ativos líquidos do fundo poderá cair durante períodos nos quais o mercado de ações está em queda. Até 100% do fundo é exposto aos mercados de ações.

Risco de perda de capital: o fundo não é garantido ou protegido; os investidores podem não ter de volta o seu investimento inicial por completo.

Risco associado à retenção de pequenas e médias capitalizações: o fundo pode ser exposto a pequenas e médias capitalizações. Flutuações de preços, tanto ascendente como descendente, são mais acentuados e mais bruscos do que para grandes capitalizações, e pode resultar, assim, em valorizações significativas no valor de ativos líquidos do fundo. Além disso, os baixos volumes transacionados nestes mercados podem resultar em risco de liquidez. Este tipo de investimento pode afetar a valorização do fundo e os preços nos quais o fundo pode ser obrigado a liquidar as suas posições, particularmente no caso de grandes resgates, e pode ainda ser impossível para o fundo vender os seus títulos, como resultado de qual valor de ativo líquido do fundo poderá cair.

Política de liquidez

Um limite de participação máximo de 5% no capital de ações de uma empresa: esta participação é calculada baseada no total das posições detidas pelos fundos e mandatos geridos pela ODDO BHF AM SAS, independentemente do exercício dos direitos de voto. Um controlo de pré-transação deste limite é feito em AIM compliance e um controlo pós-transação no Sentinel.

Cobertura cambial

Não fazemos cobertura cambial.

Uso de derivados

Títulos com derivados integrados são usados para gerir exposição ao risco de ações; assim, o fundo pode deter até 10% dos seus ativos líquidos em obrigações convertíveis e certificados de subscrição.

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