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O “pai natal” das gestoras internacionais


Da BlackRock, Luis Martin ofereceria “acções de mercados euro sendo que de presente gostaria de receber maior estabilidade política e uma solução mais efectiva para a resolução dos problemas europeus e o restabelecimento da confiança dos investidores nos mercados financeiros”.

Miguel Luzarraga da J.P. Morgan AM, com a ideia base de controlo de riscos e boas rendibilidade, escolheria de presente para o investidor "uma estratégia flexível, para aproveitar as oportunidades que possam surgir em diferentes sectores que formam o universo de investimento, desde mercado monetário, dívida soberana de mercados desenvolvidos ou emergentes, crédito, entre outros e com baixa volatilidade".

Por último, na Schroders, Mário Pires, “acredita que as acções europeias oferecem muito potencial a longo prazo. Na Europa há empresas internacionais, que foram muito penalizadas devido ao seu domício fiscal, mas cujas receitas e lucros não dependem tanto da evolução da Zona Euro. Em termos de valorização, as acções europeias apresentam n´vieis muito atractivos, comparadas com outras regiões ou classes de activos e, inclusivamente, com o seu próprio historial”.

Assim, as três gestoras internacionais dariam um presente menos diversificado, mais focado no potencial médio longo prazo e numa flexibilidade dadas as (ainda existentes) incertezas quanto ao futuro e evolução da economia global.

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