O M&G (Lux) Euro Corporate Bond está perante um exercício complicado nos mercados europeus


2018 foi um exercício complicado para o investidor nos mercados europeus, seja em ações ou obrigações. E 2019 não promete ser mais fácil, Stefan Isaacs, gestor do M&G (Lux) Euro Corporate Bond, foi muito sincero: “A Europa sofreu no ano passado pela debilidade dos seus dados de crescimento e isto vai ser um desafio nos meses de verão”.

Dito isto, Isaacs encontra razões para arrancar o ano com uma postura mais construtiva. Na sua opinião, sim, o crescimento do Velho Continente foi mais débil do que o esperado, mas o mercado desconta agora um cenário demasiado negativo.

Neste contexto, o M&G (Luz) Euro Corporate Bond aproveitou para vender posições defensivas, que aguentaram bem, e foi sobreponderando nomes de elevada qualidade, nos segmentos das emissões BBB, ao mesmo tempo que pescam oportunidades em high yield. Isaacs conta que encontram valor principalmente na dívida com grau de investimento. Dentro do universo de high yield, preferem dívida financeira subordinada. A isto soma-se o facto de estarem a ser oportunísticos nos setores de seguradoras e banca, assim como ABS. “São nichos onde vemos ideias interessantes”, assegura o gestor de M&G.

                             G1

A liquidez também é um elemento chave na construção da carteira. “Tenho de ter ativos líquidos”, assegura, já que o mercado secou consideravelmente em comparação com quando começou a gerir o fundo há mais de 10 ano.

                         G2

Notícias relacionadas

O Mais Lido