O impacto do COVID-19 nos planos de pensões a nível mundial


O surgimento da pandemia de coronavírus nos mercados afetou os planos de pensões. A OCDE realizou um cálculo preliminar do impacto do COVID-19 nos países da OCDE no primeiro trimestre do ano, um dos mais violentos de que se recordam os mercados de valores.

"As primeiras estimativas, sugerem que os ativos dos fundos de pensões no fim do primeiro trimestre de 2020 podem ter caído para 29,8 biliões, 8% a menos do que no final de 2019", relatam no relatório Pension Funds in Figures. publicado em junho deste ano.

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A influência que o COVID-19 exerceu sobre os planos de pensões é apenas uma pequena parte deste relatório que, acima de tudo, analisou o comportamento desses produtos durante o ano de 2019. Segundo os seus dados, os ativos dos planos de pensões nos países da OCDE, cresceu de 0,7 biliões de dólares para um total de 32,3 biliões de dólares. E a principal causa foi, como explicam, o bom desempenho do mercado de ações, que continua a ser a maior parte das carteiras desses produtos de poupança de longo prazo.

"As taxas reais de retorno dos investimentos em fundos de pensões excederam 5% em 29 das 46 jurisdições em 2019 e, até 10% em 13 delas", afirmam. Por países, a Lituânia, a Bélgica e a Holanda foram os que apresentaram melhores rendimentos enquanto a Polónia e a República Checa estão na parte inferior da tabela dos países analisados, os únicos que se despediram de 2019 com quedas. Portugal, por sua vez, está localizado praticamente a meio da tabela, com uma rentabilidade de 7,4%, segundo este relatório preliminar.

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