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O destaque da semana que passou


O USD não recupera face ao Euro ( 1.3870 ) apesar do forte dado dos Non Farm Payrolls publicados na sexta feira passada. Foram criados 288.000 empregos em abril ( os analistas apontavam para 212.000 ), o maior ganho desde fevereiro de 2012, o que levou a taxa de desemprego a descer 0.4% para os 6.3%, o nível mais baixo desde 2008.

Tal como esperado o FOMC da Reserva Federal não modificou o seu discurso e anunciou nova redução no seu programa de compra de activos em 10.000 milhões de USD. O montante dos estímulos encontra-se agora nos 45.000 milhões de Dolares.

Os dados publicados pelo Eurostat referentes à inflação colocaram um pouco mais de pressão sobre o BCE, já que a subida de 0.5% em março para 0.7% em abril fica um pouco aquém do esperado, mantendo-se assim o espectro de deflação que Mario Draghi anda á meses a tentar afastar. Apesar de o dado de abril contar com a habitual subida por via dos gastos na época da Páscoa o facto de se manter consistentemente abaixo de 1% reflecte o estado da economia Europeia, que vivendo uma longa recessão e com dados do desemprego a bater máximos continua sem dar sinais de recuperação.
 

(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo acordo ortográfico).

(Autor da imagem Conselho Nacional de Justiça - CNJ, Flickr, Creative Commons)

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