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Nova emissão de bilhetes do tesouro: os investidores pagam mais para emprestar ao Estado Português


Portugal foi esta quarta-feira ao mercado com duas emissões de bilhetes do tesouro a seis e 12 meses que permitiram arrecadar 1.500 milhões de euros em financiamento. A emissão a seis meses tem uma dimensão de 500 milhões de euros e a equivalente a 12 meses, de 1.000 milhões de euros. As taxas atingiram os -0,454% no prazo mais curto e -0,431% no prazo mais longo. Em março deste ano, uma emissão semelhante resultou em yields de 0,393% e 0,366%, para os respetivos prazos referidos. 

"Voltamos a estabelecer um mínimo histórico em ambos os leilões, numa altura em que temos assistido a descidas globalizadas em toda a dívida soberana Europeia. No seu último discurso, Mario Draghi reiterou que as taxas iriam manter-se nos níveis atuais pelo menos até ao primeiro trimestre de 2020. O BCE ainda continua a desempenhar um papel muito importante no mercado de dívida tendo sido o responsável pelos níveis atuais de taxas de juro e para já esta intervenção será para continuar”, comenta Filipe Silva, diretor de Gestão de Ativos do Banco Carregosa

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