Multi Gestão Prudente do Montepio vence prémio Morningstar


O Montepio Multi Gestão Prudente, um fundo predominantemente de obrigações, venceu o prémio Morningstar/Diário Económico deste ano para melhor fundo nacional na categoria de misto defensivo euro.
Gerido pela Montepio Gestão de Activos, o fundo "tem por objectivo proporcionar aos seus participantes uma adequada valorização do capital a médio e longo prazo, numa óptima de gestão prudente, mediante a constituição de uma carteira de activos orientada para a aquisição de unidades de participação [UPs] em fundos de investimento nacionais e internacionais", sendo que o fundo detém, no mínimo 2/3 do valor líquido global investido em UPs de outros fundos, sendo o restante aplicado em meios líquidos, é referido no prospecto. O fundo "assume a natureza de um fundo misto de obrigações que não poderá deter mais de um terço do seu valorl líquido global investido em fundos de acções".
No final de Abril, 93,86% do fundo estavam aplicados em unidades de participação e 6,41% em liquidez, de acordo com informação no site da CMVM. As cinco maiores posições em carteira eram, no final do mês passado: Montepio Obrigações FIMAO TV (12,57%), Montepio Taxa Fixa FIMAO TF (9,20%), Montepio Tesouraria FIMA (8,47%), Schroder ISF Euro Gov Bond A Acc (6,98%) e BGF Global Government Bond Hedged A2 Eur (6,82%), segundo informação no site da Morningstar.
O valor dos activos sob gestão do Multi Gestão Prudente situava-e em 5,83 milhões de euros, em Abril, sendo a rendibilidade anualizada a 12 meses de 10,29%, a 17 de Maio, de acordo com os últimos dados divulgados pela APFIPP.
Quanto a riscos, a carteira do fundo "está sujeita ao risco inerente ao investimento em acções e obrigações", sendo que este "não assumirá quaisquer riscos nos mercados de futuros ou de opções de taxas de juro e/ou de acções. No entanto os fundos que o compõem podem assumir tais tipos de riscos", de acordo com o mesmo documento.
Quanto ao perfil do investidor é "prudente, aceitando um nível de risco baixo, embora superior ao dos fundos de obrigações" e o "prazo mínimo aconselhado de investimento é de um ano".



(entrevista com o gestor na próxima edição da revista Funds People Portugal)

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