Muitas subscrições e poucos resgates... Assim foi junho


Como analisámos recentemente, no mês de junho registaram-se elevados volumes de subscrições. Apesar de nem sempre ser tão linear, no mês passado, as subscrições e os resgates funcionaram como dois pratos numa balança, sendo o peso dos resgates muito inferior.

Rui Castro Pacheco, diretor-adjunto do Banco Best,  explica que o mês “foi bastante positivo em termos dos volumes comprados” e que não registaram “volumes muito relevantes nos fundos resgatados”. Contudo, o profissional refere que foram realizadas algumas mais-valias num fundo multi-ativos muito flexível e num fundo de obrigações flexível. “A nossa perceção é a de que alguns investidores optaram por alterar posições que tinham nestes fundos de obrigações ou multiativos para estratégias semelhantes, mas com gestores que apresentaram desempenhos relativos superiores”, explica.

Quanto ao Banco Carregosa, Tiago Gaspar, responsável de Análise e Seleção de fundos, conta se apenas observaram resgates de montante superior a 5.000€, em sete fundos. Destes sete produtos, dois estão ligados à China, sendo um de ações e outro de obrigações.

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