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Mudança de política de investimentos da SGF contribui para boas performances dos fundos


A SGF - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões  fez o balanço do primeiro semestre do ano. De acordo com a entidade, no período em análise torna-se necessário destacar as boas performances de alguns dos seus produtos, nomeadamente o PPR SGF Garantido, com uma rentabilidade de 4,81%* e o PPR Património Reforma Ações com 5,73%*.

Importa destacar ainda o bom comportamento do Fundo de Pensões Aberto SGF Empresas Equilibrado, que atingiu uma rentabilidade de 3,07%*. Este bom resultado positivo deve-se “não só à recuperação global do mercado, mas também, em grande medida, à reformulação da estratégia da empresa, anunciada no início do ano, com a nomeação de uma nova administração”, segundo o comunicado divulgado pela sociedade gestora.

Com esta nova “metodologia de gestão prudente”, a SGF passou a investir em fundos de investimento, abandonando a estratégia de exposição direta a ações e obrigações, respeitando a política de investimento e o perfil de risco de cada produto. O resultado foi uma “diminuição do risco associado a cada carteira e possibilitou a melhoria da performance dos fundos”.

António Amaral, administrador da SGF, afirma que estão "mais próximos dos particulares que pretendem encontrar uma solução para sua reforma, sem esquecer as empresas que desejam assumir um papel relevante em termos de responsabilidade social para com os seus trabalhadores. Oferecemos agora um conjunto de soluções de reforma, com total flexibilidade e solidez, adequadas às diferentes necessidades dos vários perfis de investidor”.

A sociedade gestora acredita que com este novo posicionamento “a independência é uma vantagem conseguida”, dado que se afirma a “maior sociedade gestora independente a nível nacional, já que todas as outras que são maiores do que nós em termos de ativos sob gestão, estão associadas a grupos bancários e a sua dimensão está relacionada com a gestão dos fundos de pensões dos próprios bancos”.

Esta mudança estratégia deve-se ao aumento de preocupação por parte dos portugueses da necessidade de poupar para a reforma, bem como o destaque que as demais sociedades gestoras independentes foram ganhando neste mercado.

*Rentabilidades a 12 meses à data de 03/07/2017.

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