MS INVF Global Balanced Income Fund: Posicionamento dinâmico para capturar oportunidades


A entidade gestora Morgan Stanley disponibilizou a seguinte informação acerca do fundo MS INVF Global Balanced Income Fund, classificado com o selo Consistente pela Funds People:

MS INVF Global Balanced Income Fund

1. Breve descrição do fundo

O Morgan Stanley Investment Funds (MS INVF) Global Balanced Income (GBI) Fund é gerido de acordo com o processo Morgan Stanley Global Balanced Risk COntrol (GBaR), que segue uma abordagem de alocação de ativos globais top-down, investindo em ações, obrigações, investimentos relacionados com commodities e liquidez, dentro de um quadro claramente definido e controlado pelos riscos. O fundo pretende maximizar retornos ao longo do tempo, enquanto gere ativamente o risco de carteira total, uma vez que procuramos não só participar em mercados em subida como também fornecer proteção de downside em mercados mais voláteis. Definimos o risco em termos de volatilidade; no fundo GBI, fixamos a volatilidade no intervalo dos 4%-10%. A característica que distingue este fundo dos outros geridas pela equipa GBaR é que fixa um rendimento estável de 5%1 e atrativo por ano. na procura por este objetivo, a equipa vende put options em grandes índices de ações para ajudar a melhorar a geração de rendimento do fundo.

2. Principais diferenças entre produtos semelhantes no mercado

Acreditamos que a gestão dinâmica da alocação de ativos do fundo é o fator essencial do nosso sucesso ao alcançar os nossos objetivos de retorno e risco. O posicionamento tático dentro das classes de ativos pode adicional mais valor.

Abaixo, encontram-se aspetos chaves que diferencia o fundo:

Processos de geração de rendimentos e de separação de alocação de ativos

Consequentemente, não somos forçados a inclinar o fundo para as classes de ativos que gerem rendimentos atrativos, mas que podem ser sobrevalorizados ou de outra forma menos atrativos de uma perspetiva de alocação de ativos. A preservação e crescimento de capital são igualmente importantes tal como a geração de rendimentos, outro motivo para este tipo de abordagem.

O nosso processo é construído para geração de rendimentos

A nossa abordagem foi desenvolvida usando o processo testado pelo tempo e existente da equipa GBaR. Identificámos aquilo que acreditamos ser a estratégia ideal para a geração de rendimentos, através da venda de put options, enquanto mantemos as características de risco/retorno desejadas do fundo e integrámos isto no nosso processo.

Processo testado ao longo do tempo, dirigido por uma equipa experiente

Temos uma longa história de gerir portfolios, seguindo consistentemente o mesmo processo de alocação de ativos que aplicámos com sucesso às carteiras de clientes desde 2009. O gestor líder de carteiras, Andrew Harmstone, tem uma longa experiência em derivados, tal como options de índice de ações, desde meados da década de 80.

Processo que tem como alvo a volatilidade pretende fornecer um perfil de risco estável

Nunca perdemos de vista os retornos, mas começamos com um alvo de volatilidade consistente com o apetite pelo risco do cliente, que se torna no nosso principal ponto de referência. O processo de alocação de ativos flexível permite aos gestores de carteiras ajustar de forma dinâmica o posicionamento, manter um perfil de risco estável, de acordo com o intervalo do alvo de volatilidade do fundo de 4%-10%.

Uma abordagem academicamente rigorosa, aplicada num cenário real

O processo está fundamentado numa teoria de portfolio moderna e combina uma abordagem de investimento flexível, que fornece uma perspetiva global de mercados globais, com as vantagens de ferramentas de implementação quantitativas.

Posicionamento dinâmico para capturar oportunidades atuais

O fundo é rebalanceado normalmente como mandato de condições de mercado, mas mensalmente; uma combinação de ativos vasta consistente com a volatilidade esperada do fundo ou carteira “próxima” dinâmica é redefnida.

3. Objetivo de investimento

O fundo procura gerar retornos e rendimentos atrativos anualmente, a um nível de risco moderado. Através de um processo top-down, o fundo aloca dinamicamente num leque de classes de ativos globais e líquidos: ações; obrigações; investimentos relacionados com commodities; e liquidez. O rendimento “natural” dos títulos subjacentes do fundo, na forma de dividendos em ações e cupões em obrigações, é melhorado pelo rendimento adicional gerado pela venda de put options em grandes índices de ações.

Os objetivos-chave estão detalhados abaixo:

Meta de volatilidade de 4%-10% p.a.1

Pretende entregar rendimentos consistentes2

  • - 2,5% dos títulos subjacentes + 2,5% de puts vendidos
  • - Pago de capital se necessário
  • - Data de ex-dividendo semestralmente

Procura evitar alocação excessiva a classes de ativos de high yield que podem ser sobrevalorizadas

4. Restrições de investimento

Ponderações máximas e mínimas das ações e obrigações

Geográficas

Setoriais

Tal como supramencionado, o fundo aloca dinamicamente em classes de ativos globais e líquidos: ações; obrigações; investimentos relacionados com commodities; eliquidez.

O fundo investe principalmente em títulos diretos. O fundo também pode investir em fundos de investimento e ETFs, até a um máximo combinado de 10% do fundo GBI. O fundo está sujeito a matrizes de UCITS e há uma exposição limite de alocação máxima de 20% a fundos individuais. A equipa também pode usar ETCs e derivados tais como futuros de índices para ajustar as exposições do fundo. Outros derivados usados incluem put optinos vendidas (apoiadas com instrumentos de mercado monetário de curto prazo e liquidez, para evitar alavancagem) forwards FX (para uma cobertura cambial).

O fundo GBI é gerido um intervalo de volatilidade alvo de 4%-10%, embora tal como mencionado, esperamos normalmente que a volatilidade esteja a dirigir-se para o meio do intervalo. Para alcançar este alvo, o processo de investimento incorpora um elevado nível de flexibilidade. Excetuando liquidez ( liquidez física de 20% máximo, de acordo com as regras de UCITS, embora ao fundo lhe seja permitido deter um máximo de 50% de investimento combinado em liquidez física e fundos de liquidez), não há restrições ou intervalos de classes de ativos específicos, mas consideramos que a abordagem de fixar a volatilidade levou aos seguintes intervalos históricos, dependendo dos níveis de valorização e risco de mercado predominantes:

Ações: 12%-78%

Obrigações: 20%-65%

Liquidez: 0%-37%

Dados no dia 30 de abril 2018.

O fundo não tem limites setoriais e geográficos.

5. Benchmark e tracking error

O fundo não tem um benchmark e, por isso, o tracking error não se aplica. Em vez disso, o ponto de partida é o intervalo de fixação da volatilidade do fundo de 4%-10%, que é o driver principal da alocação de ativos.

6. Número de títulos e rotatividade

No dia 30 de abril 2018, o número de exposições a sub-classes de ativos era de 30 (nos quais há muitos mais títulos) e a rotatividade era de 110,27%*, respetivamente.

7. Política de risco

A gestão de risco é integrada no processo de investimento e uma característica diferenciadora do processo de investimento da GBaR é o seu enfoque no risco como driver essencial da mistura de ativos da estratégia.

Compreender e gerir o risco

Aplicamos vários controlos de risco à nossa gestão da estratégia de put options vendidas. Abaixo, estão os controlos de risco detalhados, que são implementados pela equipa GBaR e monitorizados continuamente pela nossa equipa de Análise de Risco Global (GRA) e departamento de Compliance:

Vendemos apenas put options negociadas líquidas em três grandes índices de ações, o S&P 500, o Nikkei 225 e o Euro Stoxx 50:

  • Transacionamos options em vários índices de ações para diversificar o risco.
  • Os futuros nestes índices de ações podem ser usados para a gestão da exposição.
  • Estes são os índices mais líquidos, em termos de options disponíveis e futuros de índices.

Limitamos o valor hipotético máximo das puts vendidas a 20% do valor da carteira total

Garantimos put vendidas com instrumentos de obrigações de curto prazo e de liquidez, evitando, assim a alavancagem.

Embora acreditemos que estas medidas fornecem um base forte para a gestão de risco, compreendemos também que as condições de mercado irregulares podem afetar a exposição ao mercado. Podemos normalmente cobrir exposições indesejadas, mas é importante para nós perceber o possível impacto se, por alguma coisa, formos incapazes de cobrir:

  • Na altura do investimento, estas put options vendidas têm um delta (sensibilidade a movimentos no preço do ativo subjacente) de cerca de 0,5, i.e. um aumento ou diminuição de 1 ponto no índice subjacente vê um aumento ou diminuição de 0,5 ponto no preço da put option vendida.
  • Em mercados em queda voláteis, o delta da put option vendida aumenta para 1, i.e. a sua sensibilidade a movimentos no índice normalmente aumenta, por isso, a exposição a ações eficaz da carteira também aumenta. Em mercados em subida voláteis, o delta cai para zero, i.e. a sua sensibilidade a movimentos no índice geralmente diminui, por isso, a exposição a ações eficaz da carteira também diminui.
  • Se estas mudanças em exposição a ações forem inconsistentes com o nosso posicionamento desejado, podemos normalmente, “fazer a cobertura de delta”, ao vender ou comprar futuros de índices líquidos para trazer o fundo de volta ao target. No entanto, embora possam ser relativamente raros, pode haver situações nas quais somos incapazes de cobrir o delta, ex. se a volatilidade aumentar a pique de um dia para o outro.
  • Realizámos algumas análises de “pior caso possível” para compreender como o portfolio se pode comportar em tais condições extremas. Fornecemos abaixo as conclusões chave desta análise:

Num cenário onde a volatilidade aumenta para os 80%, os mercados de ações caem 30% e somos incapazes de fazer a cobertura do delta de mudanças relacionadas com as options na exposição a ações (ex. se o movimento ocorrer durante a noite), prevemos que o fundo GBI que a estratégia de put options vendidas incorpora irá ter um desempenho abaixo do esperado da estratégia GBaR padrão até 3%. Embora não acolhêssemos esta baixa performance, iríamos dar ênfase à natureza extrema dos nossos pressupostos para esta análise. Em tal contexto, a tal baixa performance não iria parecer tão excessiva.

Utilizando o Chicago Board Options Exchange (CBOE) PUT Index (que vende uma sequência de um mês, at-the-money, S&P 500 Index puts e investe liquidez em taxas de bilhetes do tesouro a um e três meses, por isso é uma boa aproximação da nossa estratégia), analisámos como o nosso fundo poderá ter desempenhado nos mercados extremos de 2008.  Comparámos depois novamente a performance possível do GBI Fund com a estratégia GBaR padrão, desta vez, utilizando o CBOE PUT Index a representar os 20% do valor hipotética do CGI Fund investido em put options vendidas. De acordo com a nossa análise, o GBI teria desempenhado abaixo do esperado da estratégia GBaR padrão por menos de 2%, ao nível da carteira total. Além disso, a lacuna de performance teria sido fechada a meio de 2009, uma vez que iríamos receber prémios maiores nas put options vendidas nos meses seguintes, devido à volatilidade mais elevada.

Ficaríamos satisfeitos em fornecer mais detalhes desta análise de cenário, a pedido do cliente.

Em suma, a equipa GBaR pensou bastante nos riscos associados à estratégia de verder put options. Além disso, o gestor líder de carteiras, Andrew Harmstone, tem uma vasta experiência em trabalhar com options, desde 1986. Acreditamos que não só percebemos muito bem os riscos associados, como também implementamos controlos de risco fortes para gerir estes riscos.

Embora a equipa GBaR seja, em última instância, responsável pela gestão de risco dentro das carteiras que gerimos, ao nível da empresa a equipa é apoiada pela equipa de Análise de Risco Global independente (GRA) e o departamento de Compliance, que fornece uma perspetiva de risco independente. Fornecemos detalhes breves acerca destas equipas e como ajudam a equipa de investimento nas suas responsabilidades de gestão de risco:

A equipa de Análise e Risco Global (GRA)

A equipa GRA pretende identificar, medir, monitorizar e gerir o risco de investimento, risco de contraparte e risco operacional. A equipa usa ferramentas qualitativas e quantitativas para analisar o risco de investimento por área de produto (ações, obrigações/liquidez, alternativos e bens privados), e fornecer transparência aos conselhos, gestão de negócio, marketing, clientes, reguladores e gestores de carteiras. Além disso, a equipa GRA é responsável por implementar o enquadramento de risco operacional na empresa e promover as melhores práticas e sensibilização na gestão operacional do risco.

A equipa GRA está segmentada em sub-grupos com várias especialidades de risco:

Investimento de risco – responsável pela medida e reporting do risco nas suas classes de ativos respetivas.

Research quantitativo e avaliação de modelo – responsável por fornecer apoio quantitativo às equipas de risco de investimento e aos gestores de portfolios.

Risco de contraparte – responsável por uma análise contínua e reporting da exposição ao risco de contraparte.

Risco operacional – responsável por gerir o programa de risco operacional geral dentro da empresa

Análises e reporting das carteiras globais – responsável pela atribuição de reporting para produtos de multiativos, obrigações e ações.

As equipas de risco de investimento, juntamente com a equipa de Avaliação de Modelo e Research Quantitativa, são um recurso para os gestores de carteiras e gestão senior, contribuindo com conselhos relacionados com a construção de carteiras sensíveis ao risco. A equipa GRA produz relatórios exaustivos para cada programa de investimento, mensalmente. Análise ad-hoc ou personalizadas é realizada quando necessário ou quando as condições exigem uma monitorização mais frequente. Reportar para cada estratégia de investimento está disponível para os gestores de carteiras e especialistas de carteiras, bem como para a gestão divisionária e o comité de risco a nível de empresa.

Departamento de Compliance

Os gestores de carteiras são responsáveis principalmente por assegurar o cumprimento das matrizes de clientes, políticas e regulamentações e são ajudados nesta tarefa através de sistemas de cumprimento de matrizes. O departamento de Compliance usa um processo automático para monitorizar as matrizes de clientes e assegurar uma vigilância adequada das contas dos clientes. A ferramenta principal de monitorização usada para ações é Fidessa Sentinel (Sentinel), que é um motor de verificação de cumprimento das matrizes pré-transações que funciona juntamente com o sistema de geração de pedidos proprietário da MSIM, Phoenix. Ambos os sistemas têm capacidades de vigilância de restrição e matrizes de investimento que melhoram a capacidade do departamento de Compliance de monitorizar e prevenir proactivamente atividades de trading que não cumprem com as regras. Quando um gestor de carteiras cria um pedido no Phoenix, os detalhes da transação são passados pelo Sentinel antes do pedido ser enviado para a mesa de transações para execução. Quaisquer ocasiões de não cumprimento são enviadas para a carteira através do Phoenix. O gestor de carteiras irá contactar o departamento de Compliance (dependendo da natureza do incidente da matriz) para discutir a situação ou averiguar se é preciso tomar alguma medida.

O Sentinel também fornece um relatório de matrizes pós-transações diariamente; este relatório usa as posições e preços do final do dia e informa o departamento de Compliance de possíveis violações de matrizes devido aos movimentos de mercado (infrações passivas). As infrações ativas são identificadas através de monitorização pós-transação e pré-transação diárias, tal como detalhado acima.

Para títulos de obrigações, a empresa usa o BlackRock Solutions Aladdin (Aladdin), uma plataforma de serviço completo. A Aladdin verifica todas as restrições quantificáveis e títulos restritos para cada conta, ambos pré e pós-transação. No modo pré-transação, os gestores de carteiras, traders e funcionários do compliance são alertados se uma transação proposta viola a matriz de um cliente e são exigidos terem uma pessoa autorizada para rever a transação proposta e anular a restrição, se adequado.

Numa base contínua, o departamento de Compliance revê os resultados do pós-transação na Aladdin e contacta as equipas de investimento se algumas violações forem identificadas. Se uma violação acontecer, o departamento de Compliance da empresa, em conjunto com outros departamentos adequados e de acordo com a política da empresa, determina as medidas adequadas para corrigir a infração e reembolsar o portfolio de todas as perdas resultantes. O cliente também é notificado da infração, juntamento com detalhes da infração e do método de resolução.

8. Política de liquidez

As alocações das nossas carteiras são ativas, por isso, é importante implementar mudanças de alocação usando os meios mais líquidos possíveis. Investimos apenas em classes de ativos líquidos, implementados através de instrumentos líquidos. Todos os instrumentos que usamos, incluindo fundos de investimento geridos ativamente, oferecem liquidez diária. Temos tendência para limitar a nossa propriedade em todos os fundos de terceiros para menos de 25% da propriedade do fundo, para assegurar liquidez.

Tal como mencionado, o fundo tem uma alocação a liquidez física permitida máxima de 20% de acordo com as regras de UCITS. A liquidez é usada não só como um reflexo, como também uma alocação ativa, por exemplo, para proteger a carteira de mercados extremos. O fundo não investe em classes de ativos ilíquidos.

9. Cobertura cambial

Quando fazemos a cobertura cambial, usamos forwards FX.

Normalmente, investimos em moedas nativas de cada ativo que detemos e gerimos geralmente o fundo com exposições cambiais descobertas, a não ser que tenhamos uma perspetiva cambial específica. Por exemplo, o MS INVF GBI Fund é um fundo denominado em euros, e como tal, quando compramos ações norte-americanas, geralmente mantemo-las em dólares norte-americanos. No entanto, geralmente não queremos que a exposição cambial esteja abaixo dos 50% na moeda base, por isso, se diminuirmos demasiado em termos de exposição cambial base, ou para refletir uma perspetiva cambial em particular, voltamos a cobrir uma porção de cada ativo da sua moeda nativa para a moeda base. O objetivo é ter retornos de ativos, não movimentos cambiais, como driver principal da performance. Deve-se referir que o ativo “seguro” ou de baixo risco do fundo é obrigações de baixa duração ou liquidez na moeda base, por isso, à medida que baixamos os níveis de risco ao adicionar ativos seguros, a exposição cambial do fundo inclina-se naturalmente para moeda base. Tenha em atenção também que se uma moeda em particular é anormalmente volátil, tal como é o yen japonês, podemos fazer a cobertura cambial parcialmente de uma posição numa classe de ático denominada nesta moeda, para gerir este risco relacionado com a moeda.

Não temos limites severos em relação a moedas, mas olhamos para pontos de referência, ex. as taxas cambiais mínimas e máximas históricas USD/EUR, juntamente com drivers de cada par cambial. Iremos analisar isto no contexto de fatores tais como taxas e geopolíticas. Prevemos que cobrimos normalmente aproximadamente 50% da nossa exposição ao yen japonês.

Normalmente não cobrimos 50% da exposição ao dólar norte-americano; esta “regra geral” é aplicada mais à exposição ao yen da carteira, tal como descrito acima.

10. Uso de derivados

A equipa usa derivados para fins principalmente de cobertura e gestão de carteira eficaz.

A equipa pode usar futuros índices como um meio eficaz e económico de ajustar taticamente as nossas exposições a ações. Também podemos usar alguns derivados para gerir a nossa exposição a obrigações, tal como CDS. Eles permitem-nos implementar rapidamente mudanças de alocação de ativos quando as condições de mercado mudam. Por exemplo, se tivermos exposição a ações norte-americanas através de um fundo de investimento gerido ativamente e desejarmos fazer uma mudança de alocação de ativos tática, usamos normalmente futuros de índices do S&P 500. É uma forma económica e líquida para implementar a mudança, sem ter de comprar ou vender unidades no fundo de investimento. Se depois quisermos deter a posição durante algum tempo, convertemos depois a posição de futuros para um fundo de participação.

Outros derivados usados incluem put options vendidas em forwards FX (para cobertura cambial, tal como mencionado na nossa resposta à pergunta 9). Os futuros de índices de ações também são usados para “cobertura delta”, relacionados com a exposição de put options vendidas.

Alavancagem

O MS INV GBI Fund não implementa alavancagem no sentido de emprestar. Contudo, como um fundo registado UCITS, o MS INVF GBI Fund tem um limite regulatório de exposição global tal como detalhado na página 408 do Relatório Anual de 2017 da MS INVF. Tenham em atenção a página 50.51 do Prospeto de maio de 2018 da MS INVF, para mais detalhes.

Em termos de exposição a derivados globais, o fundo tem uma alavancagem média (soma dos valores hipotéticos) de 67% usando a abordagem VaR absoluta, baseada no Relatório Anual de 2017 auditado da MS INVF. Tenha em atenção a página 408 deste documento para detalhes.

 

1Target provided is indicative only, is reviewed annually and is not guaranteed in any way. Where this dividend is paid from the capital, the result will be a reduction of the capital that the Fund has available for investment.There can be no assurance that the Fund will achieve its investment objectives. Past performance is no guarantee of future results.
2This is the income estimate for 2018 and is reviewed at least annually. It is indicative only and is not guaranteed. When income for any share class is paid from capital, or expenses are charged to capital, the result will be a reduction of the capital that the Fund has available for investment in respect of that share class. There can be no assurance that the Fund will achieve its objectives.

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