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Luís Duarte (GNB GA): “A área de Risco é presentemente um interveniente ativo na tomada de decisões estratégicas”


As crescentes exigências regulatórias e de informação impostas à atividade de gestão de ativos financeiros, por Luis_Duarteforça da entrada em vigor de regulamentos como o RGOIC e diretivas como o MiFID II, têm conduzido nos últimos anos a um reforço da importância das áreas de controlo, em particular dos departamentos de Compliance e Risco.

No caso concreto do Risco, a sua atividade passa, mais que um controlo, por uma colaboração com as áreas de Investimentos no sentido de identificar, caracterizar e estruturar respostas adequadas aos diferentes tipos de risco que podem condicionar o desempenho dos fundos/carteiras geridos. A nível funcional o reforço de importância da função Risco reflete-se no facto de esta ser atualmente uma função transversal a toda a empresa, autónoma em relação a outras áreas/departamentos, reportando apenas aos órgãos de Administração.

A área de Risco é também, presentemente, um interveniente ativo na tomada de decisões estratégicas, em especial no que envolve novos desafios e tendências de gestão, como a cibersegurança ou a gestão ESG, analisando potenciais impactos a vários níveis, nomeadamente resultados (risco de mercado), operações (risco operacional) ou imagem (risco reputacional). Para fazer face a maiores exigências tem-se verificado, regra geral, um aumento significativo de meios humanos e informáticos alocados a esta função.

O Departamento de Gestão de Risco da GNB-GA conta atualmente com 3 pessoas, tendo como diretor o Dr. João Borralho.

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