Junho trouxe um novo decréscimo nos ativos sob gestão dos fundos mobiliários


O mês de junho foi um mês de ligeiro decréscimo para os fundos mobiliários nacionais. Segundo as informações veiculadas pela APFIPP no seu último relatório mensal, o mês em causa trouxe a este universo de produtos um decréscimo de 1% face ao mês anterior, tendo terminado com 12.193,8 milhões de euros sob gestão, entre entidades associadas. Desde que 2018 teve início a situação é semelhante: a descida nos montantes sob gestão é, no caso, de 0,8%. Nos últimos 12 meses o caso muda de figura: o volume de ativos sob gestão cresce na ordem dos 2,5% no período. Pouco dinâmico, o mês de junho não trouxe alterações ao número de produtos existentes, que se situou em 153, tal como já tinha acontecido em maio.

O saldo entre subscrições e resgates situou-se num patamar negativo: segundo a APFIPP, em junho, o volume de subscrições no segmento de fundos mobiliário foi de 246,0 milhões de euros, enquanto que o valor dos resgates foi de 339,1 milhões de euros, o que motivou portanto um saldo negativo de entradas e saídas no montante de 93,1 milhões de euros. As notícias melhoram quando o prazo é alargado para o início do ano, pois o saldo acumulado de subscrições menos resgates é positivo em 4,9 milhões de euros.

Decréscimo de AuM em todas as três grandes

No ranking de maiores entidades nenhuma novidade. O top 3 continua inalterado, com a Caixagest a assumir o lugar dianteiro, com 3.992,6 milhões de euros de ativos sob gestão e uma quota de mercado próxima dos 33%, muito embora o mês de junho tenha trazido um decréscimo de 2,1% no montante gerido. Segue-se a BPI Gestão de Activos, que terminou igualmente o mês de junho com um decréscimo nos ativos, no caso de 0,2%: o sexto mês do ano cifrava 3.007,9 milhões de euros de montante gerido, e uma quota de mercado de 24,7%. Por fim, a IM Gestão de Ativos encerra o top 3 também com um decréscimo no mês de -1,6% nos ativos sob gestão, terminando junho nos 2.156,7 milhões de euros de ativos sob gestão e uma quota de mercado de 17,7%.

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