Investidores portugueses interessados em acções europeias e mercados emergentes


A primeira conclusão do inquérito realizado a 125 clientes intermediários da Schroders, que estiveram presentes na última conferência anual para clientes da entidade, realizada em Lisboa no passado mês de Fevereiro, é a confiança unânime dos investidores portugueses (100% das respostas) em que os Bancos Centrais não irão restringir a liquidez este ano, o que cria um clima positivo para os mercados de investimento, refere o comunicado oficial da entidade divulgado hoje. De facto, 50% dos participantes declararam ter revisto o risco das suas carteiras e outros 26% esperam fazê-lo nos próximos três a seis meses. 

Para os investidores portugueses, as acções parecem continuar a ser mais atractivas que qualquer outra classe de activos. Em particular, 40% dos participantes indicaram ser em acções europeias que pretendem aumentar a alocação de activos dos seus clientes durante o próximo trimestre. Esta pergunta revelou que os títulos de dívida pública já não são a preferência, uma vez que só 3% dos participantes afirmaram pretender aumentar a alocação a esta classe de activos.

O inquérito também revelou o crescente interesse dos investidores portugueses pelos mercados emergentes. No que se refere ao segmento de dívida destes mercados, 57% dos participantes foram da opinião que esta classe de activos era mais atractiva que as actuais oportunidades nas obrigações globais, embora a vasta maioria (81%) tenha uma alocação inferior a 5%. Em termos de acções emergentes, 62% acreditam que estas terão, este ano, um desempenho superior ao dos mercados desenvolvidos e 66% esperam mesmo aumentar a exposição a estes mercados.

Carla Bergareche (na foto), directora geral da Schroders para Espanha e Portugal, afirmou que “o inquérito revela uma atitude mais positiva por parte dos investidores portugueses em relação aos activos de maior risco tais como as acções europeias e as acções de mercados emergentes. Na Schroders, também vemos oportunidades muito interessantes nestes mercados no longo prazo, com a Europa a mostrar níveis de avaliação muito atractivos e os mercados emergentes a consolidarem-se como motor do crescimento mundial. A Schroders tem capacidades fortes em todas estas áreas e acreditamos que o nosso leque de produtos pode satisfazer as necessidades dos investidores portugueses.”

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