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Investidores optam por se desvincular de ações europeias e americanas


O que terá levado os investidores a sair de determinadas estratégias? Bruno Pinhão, gestor de produto, do ActivoBank e Rui Castro Pacheco, diretor adjunto de investimentos, do Banco Best, analisam o mês de maio e revelam o que fez com que  os investidores encaixassem mais-valias através de resgates.

Segundo Rui Castro Pacheco, este mês verificaram “alguns resgates em fundos que investem em ações europeias e americanas, provavelmente com alguns investidores a tomarem a decisão de saírem um pouco do mercado depois dos fortes ganhos do início do mês terem sido substituídos por alguma volatilidade em maio”.

Quanto aos clientes do ActivoBank, Bruno Pinhão revela que estes “não tiveram uma estratégia definida e desvincularam-se de fundos de ações, estando esta decisão suportada no desempenho negativo que o mercado acionista teve em maio”. Relativamente aos sectores, o da tecnologia e o do consumo estiveram entre os resgates do mês. “Os receios quanto ao arrefecimento económico traduziram-se numa descida das yields, fator que levou os clientes a abdicar de exposição a fundos de obrigações”, acrescenta Bruno Pinhão.

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