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GNB GA: "O nosso foco principal é, sem dúvida, o cliente"


Como é que o vosso método de gestão de carteiras se diferencia dos demais?

O foco principal é sem dúvida alguma o cliente. No nosso modelo, o gestor de carteira sénior despende uma parte relevante do seu tempo em reuniões com os seus clientes e sua preparação. Este modelo funciona assim há duas décadas e tem-nos permitido estarmos sempre alinhados com os interesses e vontade dos clientes.

Em termos da gestão financeira das carteiras, utilizamos diferentes tipos de risco (quatro para sermos precisos…), sendo que para montantes mais elevados aceitamos carteiras à medida.

O tipo da gestão é “sem restrições” que não aquelas que são ditadas pelos diferentes tipos de risco.

Como é que MiFID II se reflete no vosso trabalho e que mudanças implementaram por via da regulação?

O MIFID II acarretou várias alterações no nosso trabalho, das quais destacamos as mais relevantes. Primeiro, tivemos a questão do research, sendo que a nossa opção foi no sentido de passarmos a ser nós a suportar os custos do research. A outro nível tivemos a necessidade de alterar os contratos de gestão por forma a estarem alinhados não só com as exigências do MIFID  II, mas como também com o novo regime de protecção de dados. No dia-a-dia, a principal alteração acaba por prender-se com a necessidade de mantermos um registo de todas as reuniões que vamos tendo com os clientes, i.e. feitura de atas de reunião.

 

(Na foto, da esquerda para a direita em cima: Cristiana Torres, Miguel Anjos, José Artur Barreiros e Sandra Costeira. Sentados da esquerda para a direita: Paula Borges, João Pina Pereira e Ana Luísa Brito).

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