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Gestoras de patrimónios reduzem exposição a outros fundos mobiliários portugueses


 

O montante das aplicações das carteiras das sociedades gestoras de patrimónios, em unidades de participação (UP), em fundos de investimento mobiliários (FIM), diminuiu em Março, a reflectir sobretudo a redução na categoria de outros FIM portugueses.

De acordo com os dados mensais divulgados pela APFIPP, o valor aplicado em fundos mobiliários era de 2,98 mil milhões de euros, o que compara com 3,03 mil milhões no final de Fevereiro. A contribuir para este decréscimo esteve a descida no valor que as carteiras das gestoras de patrimónios têm em UP de outros fundos mobiliários portugueses, o qual recuou para 447,5 milhões de euros, de 536,5 milhões em Fevereiro.

Em sentido contrário registou-se, no mês passado, um aumento (considerando os valores mais expressivos) no montante aplicado em unidades de participação de FIM de acções estrangeiros, tendo passado para 718,3 milhões de euros, de 691,1 milhões; e ainda nas UP de fundos mobiliários de obrigações estrangeiros, cujo montante aplicado ascendia a 491,3 milhões de euros no final de Março, acima dos 478,2 milhões de euros verificados em Fevereiro, de acordo com o mesmo relatório mensal, divulgado pela APFIPP.

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