Futuros representam mais de 15% nas carteiras da maioria dos fundos acções Portugal


De acordo com dados disponíveis na Morningstar, as carteiras dos fundos de Acções Portugal apresentam composições e ponderação dos activos aproximadas. O contrato de futuros sobre o PSI 20 tem, em média, nos fundos analisados (Banif Acções Portugal, Barclays FPA, BBVA PPA Índice PSI 20, BPI Portugal, BPI Poupança Acções, CA Raíz Poupança Acções, Caixagest Acções Portugal, Caixagest PPA, E.S. Portugal Acções, E.S. Poupança Acções, Millennium Acções Portugal, Santander Acções Portugal, Santander PPA) um peso de 17,77%.

Além deste, entre os 5 e 10% do património do fundo destacam-se as acções da Galp, Portugal Telecom e Banco Comercial Português nos cinco títulos mais repetidos nas carteiras. Há ligeiras variações com a inclusão em algumas carteiras de empresas como a Sonae, Jerónimo Martins ou Zon.

Os fundos geridos pela ESAF, E.S. Portugal Acções e E.S. Poupança Acções diferenciam-se por serem da amostra os únicos que apresentam um ‘exchange traded fund’ (ETF) sobre o PSI 20, nas cinco maiores posições.

A três meses, os fundos mais rentáveis da sub-categoria acções Portugal foram os dois geridos pelo Santander – Poupança Acções com 23,07% e Acções Portugal com 22,54%. Seguiu-se o Barclays FPA com 21,45% e o E.S. Poupança Acções com 20,38%.

No mês passado a ‘performance’ destes fundos reflectiu a volatilidade e a incerteza dos mercados, tendo os mesmos fundos recuado, em média, 2,57%.

Para esta análise foram contemplados os fundos de acções Portugal, incluindo os de poupança acções, analisados pela Morningstar e com informação disponível relativamente à composição das carteiras.

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