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Fundos que "fintaram" a crise imobiliária


A indústria dos fundos imobiliários tem sido afectada há cinco anos a esta parte pela crise do sector. No entanto, nos fundos portugueses, existem alguns que fintaram a crise e registam valores máximos de queda inferiores a 1%, segundo dados da Morningstar.

Assim, os fundos que, nos últimos cinco anos, apresentam menor 'drawdown' máximo e que, por conseguinte, mostram a sua resistência perante as dificuldades e mudanças do sector, apresentando um baixo perfil de risco para o investidor, são o AF Portfólio Imobiliário, gerido pela Millennium Gestão de Activos, cujo recuo máximo de 1 de Outubro de 2007 a 30 de Setembro de 2012 foi de 0,028%, atingindo uma rendibilidade nos últimos cinco anos de 2,93%; o Silvip VIP, que sofreu uma descida máxima de 0,612%, e supera a rendibilidade do anterior, neste período, com 3,68%; o Fundimo, que recuou um máximo de 0,758% atingindo, concretamente, uma rendibilidade de 3,013%; e o Popular Predifundo que, em linha com os anteriores, apresenta um recuo máximo inferior a 1%, de -0,953%, oferecendo, nos últimos cinco anos, uma rendibilidade de 2,99%, de acordo com dados da Morningstar. Salienta-se que o BPI Imofomento, apesar de ter um 'drawdown' máximo de -1,052% é o segundo fundo mais rentável da categoria, a cinco anos, com uma rendibilidade de 3,21%. 

Dos fundos mencionados existem dois que são fundos abertos de acumulação - o AF Portfólio Imobiliário e o Popular Predifundo. Os outros três, geridos pela Silvip, Fundger e BPI Gestão de Activos são fundos abertos de rendimento cujo 'drawdown' máximo é penalizado pela distribuição periódica de rendimentos.  

No seu total estes fundos imobiliários, que investem directamente em imóveis na Europa ou a nível global, totalizam 1.576.600.658 de euros. 

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