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Fundos mobiliários com subscrições líquidas negativas de 100 milhões em Junho


De acordo com os dados mensais da APFIPP, as entradas de dinheiro nos fundos ascenderam a 1.126,6 milhões de euros, enquanto as saídas foram de 1.231,2 milhões, o que se traduz num saldo de -104,5 milhões de euros. Desde início do ano, o volume de subscrições líquidas estão agora negativas em 33,4 milhões.

Por gestoras, a ESAF e a Santander Gestão de Activos foram as que tiveram um saldo mais negativo em Junho entre subscrições e resgates, de 56,3 e 73,1 milhões de euros, respectivamente; do lado oposto estão BPI Gestão de Activos e Caixagest, tendo ambas registado subscrições líquidas positivas de cerca de 23 milhões de euros.

Por categoria de fundo, segundo os dados da APFIPP, a que teve maior saldo líquido entre subscrições e resgates foi a de fundos especiais de investimento (FEI) monetário curto prazo, com 47,3 milhões de euros; seguem-se os fundos de acções nacionais, com 600 mil euros, e a de fundos especiais de investimento mistos, com 100 mil euros.

A categoria de fundos flexíveis, com um saldo negativo de 24,5 milhões de euros, foi de onde saiu mais dinheiro no mês de Junho, seguindo-se fundos de obrigações taxa indexada euro, fundos com protecção de capital e FEI de retorno absoluto, todos com subscrições líquidas negativas na casa de 19 milhões de euros.

A sociedade gestora com maior volume de activos sob gestão é a Caixagest – 2,79 mil milhões de euros e quota de mercado de 25,1% -, estando na segunda e terceira posições, respectivamente, a ESAF – 2,54 mil milhões e quota de 22,8% - e a BPI Gestão de Activos, com um montante de 1,81 mil milhões de euros, que corresponde a uma quota de 16,2%.

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