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Fundos imobiliários abertos de rendimento rendem quase 4% no último ano


Um volume gerido de 9.446,3 milhões de euros em fundos de investimento mobiliários de associadas da APFIPP, é o valor que este segmento da gestão de ativos atingiu em janeiro, evidenciando um crescimento de 3,4% face ao período homólogo.

Nesse mesmo período, as rentabilidades conseguidas por fundos abertos atingiram um média de 1,7% e 3,82%, quando falamos de fundos abertos de acumulação ou  rendimento, respetivamente.

No primeiro caso, foi o CA Património Crescente, com uma rentabilidade de 4,11% que se destacou. O fundo, gerido pela Square Asset Management gere ativos na ordem dos 637 milhões de euros com um enfoque no investimento em imóveis para arrendamento. Seguem-se os fundos Imonegócios (3,65%) e AF Portfólio Imobiliário (3,41%), da Imofundos e Interfundos, respectivamente.

Já quando consideramos os fundos abertos de rendimento, é o Fundimo, da Fundger que lidera em termos de rentabilidade – com 4,19%, seguido pelo NB Património (GNB – SGFII) e Imopoupança (Fundiestamo), com 4,06% e 4%, respetivamente.

Horizonte de três anos

A três anos, observamos rentabilidades negativas em ambos os segmentos dos fundos abertos, na ordem dos -0,64% e -0,31%, respectivamente nos segmentos de acumulação e rendimento. No entanto, a dispersão de rentabilidades é muito grande e os fundos que obtiveram rentabilidades mais positivas fizeram-no acima dos 1,7% em ambos os segmentos.

No caso dos fundos de acumulação observamos novamente a liderança do CA Património Crescente, gerido pela Square AM, seguido pelo AF Portfólio Imobiliário, da Interfundos, e do Novimovest, da Santander AM. As rentabilidades foram de 3,52%, 2,66% e 1,71%, respectivamente.

Nos fundos de rendimento, a liderança vai para o Imopoupança, da Fundiestamo, o VIP da Silvip e o Imofomento, da BPI Gestão de Activos. As rentabilidades neste segmento foram de 3,76%, 2,95% e 2,16%, respetivamente.

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