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Fundos de investimento estáveis nas carteiras das seguradoras


O último relatório do Instituto de Seguros de Portugal que dá conta da evolução da atividade seguradora no terceiro trimestre do ano revela que a estrutura das carteiras de investimento afetas à cobertura das provisões técnicas do ramo Vida e do ramo Não vida foi muito semelhante  à do final de 2012.

A alteração mais significativa denotada aparece ao nível das obrigações privadas que viram o seu peso nas carteiras diminuir. No final de setembro as obrigações privadas perfaziam 47% da composição das carteiras de investimento do ramo Vida, enquanto no final do ano passado constituíam 51% do portfólio. Situação semelhante foi também constatada na composição das carteiras de investimento dos ramos Não Vida.

Aplicações em fundos mantêm-se inalteradas

Os fundos de investimento que  compõem as carteiras de investimento  do ramo vida e não vida têm-se mantido numa preponderância relativamente estável. Em ambos os tipos de carteiras, os fundos de investimento têm apresentado um peso que ronda sempre os 8% ou 9%.

Do final do segundo trimestre para o terceiro, nas carteiras de investimento do ramo Vida os fundos mantiveram-se com um peso de 9%. No que diz respeito aos às carteiras do ramo não vida existiu um aumento de 1%, de um trimestre para o outro, passando de uma preponderância de 8% para 9%.

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